Amigos santistas,

Tivemos acesso à coluna do jornalista Paulo Vinícius Coelho (PVC), publicada no jornal da Folha de São Paulo, com algumas opiniões bastante contundentes a respeito da atuação do presidente Peres nesses primeiros 100 dias de gestão. Agradecemos ao amigo Wagner Dias, um dos administradores do nosso blog, por ter compartilhado esse material conosco.

Vejam vocês. Quando a atual gestão recebe críticas provenientes da oposição, sempre há o “benefício da dúvida”, tendo em vista que podem ser críticas políticas ou tendenciosas. Por outro lado, no caso do jornalista PVC (que nem santista é), a coisa muda um pouco de figura.

Dito isso, tomamos a liberdade de dividir com os leitores do nosso blog, esse texto do PVC (em itálico).

PVC na FOLHA

Ninguém é Santos

José Carlos Peres precisa pensar seriamente no que fez de errado no primeiro trimestre


22.abr.2018 às 2h00

O presidente do Santos, José Carlos Peres, conviveu nesta semana com um pedido de impeachment após apenas quatro meses de mandato, por desobediência ao estatuto e governar sem o conselho de gestão.

Mal cancelado o processo, na quinta-feira (19), outro requerimento deve ser enviado ao Conselho Deliberativo pedindo seu impedimento nesta semana. Desta vez, por ser sócio majoritário de empresas de agenciamento de jogadores.

Peres admite a existência da empresa Saga, fundada por ele em 2005, mas diz que os sócios desistiram seis meses depois, por não terem tempo para o agenciamento.

Ele próprio se desmentiu na entrevista coletiva de quinta-feira. “Dessa empresa veio o Gabigol, de graça”, afirmou. O atacante chegou à Vila Belmiro em 2007 e um dos sócios da Saga processou o Santos por 10% de seu contrato.

Ninguém aqui dirá se Peres deve ser ou não ser impedido. Cabe aos conselheiros, que não costumam perdoar.

Os últimos seis presidentes foram expulsos ou ameaçados de ser: Miguel Kodja, Samir Abdul-Hak, Marcelo Teixeira, Luis Álvaro, Odílio Rodrigues e Modesto Roma.

Peres tem dois anos e meio de mandato pela frente e precisa pensar seriamente no que fez de errado no primeiro trimestre.

Prometeu diminuir custos e formar um time competitivo investindo na base, mas encheu o departamento com aliados de competência e passado questionáveis. Um deles, o ex-zagueiro Lica, é sócio de Peres na empresa de gerenciamento e intermediação de atletas. Nesta semana, foi acusado de pedofilia.

Peres foi eleito anunciando já ter engatilhada a contratação do novo diretor-executivo e recebeu duas respostas negativas. Nem Rui Costa, da Chapecoense, nem Diego Cerri, do Bahia, aceitaram sua oferta.

Peres então contratou e demitiu Gustavo de Oliveira em apenas 40 dias. Como não honrou o combinado, o Santos pode ter de pagar na Justiça.

Na ocasião, Peres foi acusado de não atender aos telefonemas por dias seguidos e dificultar soluções de situações emergenciais. Quem tentou falar com Peres nos últimos quatro meses tem o direito de julgar que as acusações fazem sentido.

Peres também é acusado de tentar comandar tudo sozinho, sem ouvir nem seu vice-presidente, nem seus diretores, nem o Conselho Gestor, obrigação estatutária.

Numa de suas últimas visitas ao conselho, afirmou estar pronto para contratar Paulo Autuori ou Levir Culpi para o cargo de treinador, mesmo com Jair Ventura no cargo. Há testemunhas de que ele disse ao Conselho Gestor que contrataria para ser técnico, mas Autuori diz ter sido convidado para o cargo de diretor-técnico. Não aceitou.

Peres também contratou o treinador Reginaldo Lima para o Santos B e demitiu-o em dois meses, após apenas duas partidas, um empate e uma vitória por 4 a 1.

No passado, o Santos já pagou caro por crises políticas. Rubens Quintas renunciou em 1982, Manoel dos Santos Sá em 1988, Miguel Kodja sofreu impeachment em 1994. Períodos trágicos para o Santos.

A defesa do presidente é de que as acusações são políticas, por críticas à gestão, não por delitos confirmados. Dilma Rousseff e Fernando Collor dizem o mesmo.

PVC Paulo Vinicius Coelho é jornalista. Cobriu as Copas de 1994, 1998, 2006, 2010 e 2014.

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/pvc/2018/04/ninguem-e-santos.shtml?loggedpaywall

À mulher de César não basta ser honesta, tem de parecer honesta”

E você, o que pensa sobre tudo isso?

* Colaboraram: Wagner Dias e Ian Rocha

 
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RESUMÃO

No último lance da partida, aos 49 minutos do 2º tempo, Júnior Brumado completou escanteio cobrado por Allione e desvio de Elton, e definiu a vitória do Bahia por 1 a 0 sobre o Santos. Os outros quase 100 minutos de futebol na Fonte Nova foram bem pobres, com os donos da casa exigindo boas defesas de Vanderlei, especialmente no primeiro tempo, mas sem inspiração. O Peixe, mesmo com a volta de Bruno Henrique, após longo afastamento por problema no olho, também fez pouco para vencer, mas uma inércia geral dentro de sua área custou um ponto no fim.

PRIMEIRO TEMPO

O Bahia dominou os 45 minutos iniciais do começo ao fim. Não fosse Vanderlei, o Santos teria ido ao vestirário atrás no placar. O goleiro do Peixe fez duas defesas providenciais: uma em finalização de fora da área de Vinícius, logo aos 4 minutos, e outra em chute de Nino Paraíba, aos 8. O Tricolor ainda chegou com perigo mais vezes com Edigar Junio, que mandou na trave, e Zé Rafael. O time de Jair Ventura só teve uma oportunidade de perigo. Rodrygo tabelou com Gabigol e chutou colocado. A bola desviou e foi para fora.

 SEGUNDO TEMPO

Os donos da casa voltaram para a etapa complementar com o mesmo ritmo, pressionando o Santos. Prova disso é que Vanderlei teve de fazer outra grande defesa logo no primeiro minuto. Os baianos continuaram melhor por algum tempo, mas cansaram. Foi aí que o Peixe começou a levar perigo para o goleiro Douglas. Gabigol, porém, viveu mais uma noite ruim e emplacou o oitavo jogo seguido sem marcar. Ao fim da partida, Jair Ventura sacou Rodrygo e promoveu o retorno de Bruno Henrique, que voltou a atuar após três meses parado por conta de grave lesão no olho direito. O camisa 11 do Peixe pouco encostou na bola. Quando o jogo caminhava para o empate, o Bahia ganhou um escanteio aos 49 minutos. Após o cruzamento, Elton desviou e Júnior Brumado, sozinho, conseguiu bater Vanderlei. Vitória merecida do Bahia.

COMO FICA

O Peixe cai para o quinto lugar, com a mesma pontuação. A rodada só vai terminar na segunda-feira.

PRÓXIMOS JOGOS

Pelo Brasileirão, o Santos só volta a atuar diante do Grêmio, no dia 6 de maio, em Porto Alegre – o duelo válido pela terceira rodada, contra o Vasco, foi remarcado para julho por conta da Libertadores. Na competição continental, o Peixe entrará em campo nesta terça-feira, quando receberá o Estudiantes, na Vila Belmiro.

FICHA TÉCNICA
 BAHIA 1 X 0 SANTOS
Data: 21 de abril de 2018, sábado
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Claudio Francisco Lima e Silva (SE)
Assistentes: Cleriston Clay Barreto Rios e Ailton Farias da Silva (SE)
Cartões amarelos: Douglas, Nino Paraíba, Régis, Marco Antônio (Bahia); David Braz, Léo Cittadini, Dodô (Santos)
Público: 15.588 pagantes / 15.875 total
Renda: R$ 317.748,00
GOL:
Bahia: Junior Brumado, aos 49 minutos do 2T
BAHIA: Douglas, Nino Paraíba, Tiago, Lucas Fonseca e Léo; Gregore e Elton; Zé Rafael (Allione), Vinícius (Régis) e Marco Antônio (Brumado); Edigar Junio.
Técnico: Guto Ferreira
SANTOS: Vanderlei, Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison, Léo Cittadini (Diego Pituca) e Jean Mota; Eduardo Sasha (Arthur Gomes), Rodrygo (Bruno Henrique) e Gabigol
Técnico: Jair Ventura
Fonte: globoesporte.com
E o que você achou do jogo? Opine!
 
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Amigos santistas,

Nos últimos dias, estamos sendo surpreendidos com muitas notícias ligadas a questões políticas ligadas ao Santos FC.

A última delas diz respeito a um suposto requerimento, protocolizado por conselheiros, que buscam o afastamento do presidente santista.

Por mais que tenhamos restrições a algumas ações promovidas pelos atuais gestores, procuramos seguir premissas de ética e de lealdade ao processo democrático.

O Peres está aí pelos próximos 3 anos e, na qualidade de torcedor e sócio, o santista de bem deve sempre priorizar e resguardar os interesses da instituição Santos FC.

Precisamos trabalhar para sermos lembrados como o time formado por pessoas de caráter, que cumprem compromissos, que não dão calote na floricultura, que não apagam os refletores para sabotar um ataque do adversário em nosso estádio e que não promovem viradas de mesa. Enfim, o Santista deve buscar se diferenciar de tudo aquilo que não presta em nosso pobre futebol brasileiro.

Por tudo isso, entendemos que após esses 100 dias de mandato, apesar dos erros primários dessa diretoria, como este de deixar a tal empresa aberta na Jucesp, ainda não enxergamos ações graves que dariam ensejo a uma medida tão drástica quanto um processo de impedimento (impeachment).

Apesar das eleições terem acontecido em dezembro último, às vezes temos a impressão de que, para alguns, o pleito ainda não terminou. O que reforça esta impressão são alguns ataques e acusações que são vistas através das redes sociais, com clara atuação de grupos políticos.

As pessoas que estão no meio desta guerra política deveriam se inspirar em nosso time, que apesar das carências, está se esforçando a cada partida para alcançar os objetivos que todos nós desejamos.

O papel fiscalizador da oposição e dos sócios deve ser incentivado, mas devemos combater qualquer tentativa de prejudicar e distorcer os princípios democráticos e de lealdade em nossa administração.

Aproveitamos a oportunidade para reforçar a importância dos princípios de probidade e de lealdade que devem nortear a atuação dos nossos dirigentes.

Não podemos mais admitir denúncias de vantagens e benesses ou empreguinhos a amigos e pessoas próximas.

No Santos FC, as pessoas devem ser contratadas de acordo com suas competências técnicas e seu currículo.

À mulher de César não basta ser honesta, tem de parecer honesta”

E você, o que pensa sobre tudo isso?

* Colaborou: Ian Rocha

 

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TÁ DE PARABÉNS!

Nesse 14 de abril, nosso amado Santos FC completou 106 anos de muitas histórias, de muitos títulos, de muitos gols e principalmente de muitos recordes.

O Santos Futebol Clube foi fundado no dia 14 de abril de 1912, por iniciativa de três esportistas da cidade, Francisco Raymundo Marques, Mário Ferraz de Campos e Argemiro de Souza Júnior, que convocaram uma assembleia na sede do Clube Concórdia para a criação de um time de futebol.

No dia que afundava o Titanic, eis que surge o Glorioso Alvinegro Praiano, e algum tempo já podemos substituir o “Praiano” pelo “Universal”.

Meu irmão rebatia muito um ditado popular, onde eu dizia “que um raio não caía duas vezes no mesmo lugar!”

Logo em seguida ele retrucava “mas o mesmo lugar está sempre lá pro raio cair duas vezes”.

Não é que ele tinha razão? Ou não? Porque os raios não caíram duas vezes, mas caem constantemente no nosso clube, e irão cair muito mais, mesmo com dos desmandos de dirigentes incompetentes e/ou mal-intencionados.

Por isso tudo, esse “Parabéns a você Santos FC!” é um muito obrigado pelas alegrias que nos tem dado, os sofrimentos fazem parte, mas tristezas não temos, nunca jogamos a série B.

Por tudo isso, me desculpem os religiosos, mas cheguei a seguinte conclusão: Deus é Santista!

Parabéns Santos FC! Parabéns à todos os Santistas espalhados pelo Mundo!

*Colaborou: Wagner Dias

RESUMÃO

No dia do aniversário de 106 anos, o Santos venceu o Ceará por 2 a 0 na noite deste sábado, no Pacaembu, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Pio (contra) e Rodrygo. O Peixe não conseguia os três pontos numa estreia na competição nacional desde 2005.

LEMBRA?

Há 13 anos, no Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul, o Santos venceu o Paysandu por 4 a 1. Nas 12 estreias seguintes de Brasileirão, foram três empates e nove derrotas da equipe paulista. O Ceará reestreou na Série A depois de seis anos.

OLHA O RAIO!

Aos 4 minutos do segundo tempo, Rodrygo fez o quinto gol dele na temporada. Aos 17 anos, o atacante já tinha se tornado o jogador mais jovem do Peixe a fazer gol na Libertadores. Agora, fez o primeiro de um santista no Brasileirão-2018, já que o primeiro do jogo foi dado para Pio, contra, e não para Dodô. O garoto saiu aos 30 minutos do segundo tempo, aplaudido pela torcida.

REI POSTO…

Arthur entrou em campo como vice-artilheiro do Brasil no ano, com 16 gols, um atrás de Gustavo, do Fortaleza. Mas o Rei Arthur, como é chamado o atacante pela torcida do Vozão, passou em branco no Pacaembu.

PRIMEIRO TEMPO

O Santos dominou a maioria das ações com boa movimentação dos meias, que acionaram diversas vezes as laterais do campo. O gol aos 41 minutos, inclusive, saiu depois de um cruzamento da direita de Daniel Guedes após enfiada de bola de Jean Motta. Já o Ceará perdeu Ricardinho por lesão e, sem o articulador no meio, apostou na velocidade do lateral Pio e do ponta Felipe Azevedo. Eles levaram pouco perigo.

SEGUNDO TEMPO

Se o Ceará tinha a ambição de virar a partida, ela logo foi contida com o gol de Rodrygo aos 4 minutos. O balde de água fria abalou o Vozão, que se sentiu pressionado pelo Peixe e não conseguiu jogadas efetivas no campo de ataque. Mais tranquilo com o segundo gol, o Santos teve a chance de ampliar em diversas oportunidades, mas parou no goleiro Éverson e na falta de pontaria, principalmente de Gabigol.

FICHA TÉCNICA
Santos 2 x 0 Ceará

Local: Pacaembu, em São Paulo
Data: 14 de abril de 2018, quinta-feira
Horário: 21h (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo D’alonso Ferreira
Assistentes: Helton Nunes e Thiaggo Americano Labes
Público e renda: 15.513. R$ 526.550,00
Cartões amarelos: Ceará: Rafael Carioca.

GOLS:
Santos: Pio (contra), aos 41 do 1T, e Rodrygo, aos 5 do 2T.

SANTOS: Vanderlei, Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison, Léo Cittadini (Vitor Bueno) e Jean Mota (Diego Pituca); Eduardo Sasha, Rodrygo (Arthur Gomes) e Gabigol
Técnico: Jair Ventura

CEARÁ: Éverson, Pio, Valdo, Luiz Otávio e Rafael Carioca; Ernandes, Juninho e Ricardinho (Reina); Wescley (Roberto), Felipe Azevedo (Arnaldo) e Arthur
Técnico: Marcelo Chamusca

Fonte: globosesporte.com

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Nação Santista, o Blog Soul Santista abordará neste post a situação preocupante das nossas categorias de base. Após safras fartas em talento como as gerações de 1978, 2002 e 2010, com o surgimento de raios como Neymar e Robinho, maestros como Pita, Diego e PH Ganso, dribladores como João Paulo e Wesley, torres como Alex e André Luiz, matadores como Juary e até líderes de elenco como Paulo Almeida, enfim, bons tempos que parecem difíceis de voltar.

As safras de 2011 em diante, mesmo com títulos nas competições, inclusive de Copa São Paulo, formou alguns jogadores e não gerações, mas é nítido que o “forno” de revelações vem na linha decrescente, cada vez revelando menos e com menor qualidade. Vamos abordar alguns fatores que fazem parte dos sintomas que contribuem para adoecer a nossa mágica fábrica de revelar.

O Sub-20 acabou de cair diante do Figueirense, após um chocolate em plena Vila Belmiro, conseguimos levar 5 gols, coisa rara em nosso templo sagrado, o treinador Aarão Alves (Filho de Manoel Maria) caiu junto com o resultado, não obstante isso, na verdade Aarão já houvera caído assim que a nova gestão assumiu, faltava apenas aquele detalhe final, um resultado ruim para dar o fundamento técnico.

Diante da queda, Aarão resolveu falar, vamos replicar abaixo trechos da entrevista concedida ao Diário do Peixe em 08/04/2017:

Aarão:

“Recebi a orientação de que não poderia escalar atleta nascido em 1998 porque esses não poderão atuar na Copa São Paulo do próximo ano”

“Ninguém do departamento das categorias de base foi uma vez ao treino falar com a gente. Faço relatórios e nenhum retorno. Para o primeiro jogo, ninguém do comando da base veio falar com a nossa comissão, desejar sorte, como é de hábito em qualquer clube, seja a categoria que for. Voltamos de Florianópolis e seguiu assim, sem nenhum comentário. Antes do jogo na Vila, ninguém foi ao treino, nem ao vestiário.”

“Nos treinos que antecederam a partida, pedi para treinar em um campo de grama natural e não me responderam, então continuei treinando no sintético do CT Rei Pelé, nem no Campo 2 deixaram. Já o próprio Figueirense treinou no CT Meninos da Vila com grama natural. Estávamos largados e jogador sente isso.”

“Toda semana passam uns 20 atletas para analisar. Eu avalio e aprovo, mas aí eles precisam ser aprovados por outros também. Aí o que eu aprovo não fica e outros que não aprovei no final de semana já estão treinando, e com contrato com o clube”

Analisando os principais trechos da entrevista, enxergamos algumas colocações graves feitas pelo ex-treinador, nas entrelinhas pode-se notar que o ambiente na base tem interferência na escalação, pois Aarão diz que não pôde escalar jogadores 1998 na Copa SP.

No segundo trecho Aarão destaca um certo descaso e falta de apoio com o Sub-20, ficando a impressão que ninguém quis ser o “pai” do pseudo fracasso, a propósito, será que virou “lenda” a história que o vice Orlando Rollo seria uma espécie de gerente do CT? Que daria expediente lá para evitar desmandos e impor as diretrizes? Pois é, pelo visto esta promessa de campanha ainda não foi colocada em prática.

No terceiro trecho e um dos mais graves, o ex-treinador evidencia um previsível puxão no seu tapete, o fogo amigo agindo ao permitir que o rival treinasse em campo de gramado natural enquanto que o nosso Sub-20 não teve o requerimento sequer respondido, será que jogamos em casa ou fomos visitantes em Vila Belmiro? Ficou no ar um clima de sabotagem.

No quarto trecho o treinador destaca as peneiras e fica mais uma vez um cenário de sabotagem e “fritura”, suas indicações e aprovações não eram aproveitadas, enquanto que os dos outros treinadores sim, afinal, um clube que afirma a todo momento não ter dinheiro, não deveria se dar ao luxo de dispender força, dinheiro e tempo em testes que só teriam relevância dependendo de quem aprovou.

Existe também uma versão que Aarão só não caiu no começo do ano por um pedido do Rei Pelé, sendo verídico, respeitando a opinião do Rei do futebol, não é saudável ao clube este tipo de ingerência, diante do que foi relatado é possível notar que pelo menos comando falta na base santista.

Tudo o que foi abordado acima, o Blog Soul Santista deixa claro ser a versão do ex-treinador Aarão Alves, e até o momento da publicação deste “post”, não houve nenhum pronunciamento da atual diretoria. Aliás, a comunicação e a transparência, são pontos de atenção nestes 100 dias de gestão. Não obstante isso, o Blog está aberto a receber os esclarecimentos por parte do clube.

Cabe ainda destacar, que a calamidade atual de nossa base já vem desde gestões anteriores onde foram denunciados casos de corrupção para aprovação e manutenção de atletas no clube, sucateamento e abandono do CT Meninos da Vila, dentre outras denúncias.

O importante é que esta nova gestão passe uma borracha e comece novamente, não adianta apenas trocar os nomes por questões políticas, faz-se necessário colocar em prática um planejamento e diretrizes  começando do zero, abolindo velhos vícios e práticas e sendo, totalmente, intolerante com qualquer, por menor que seja, ruído na postura da equipe técnica e olheiros da base do clube, cuidar dos meninos e impedir que empresários frequentem os nossos CT´s, nossa mina de ouro clama por providências.

Fica para reflexão, nossa base é um paciente que tem cura?
 
E você torcedor, o que pensa sobre o assunto? Deixe seu comentário, registre sua opinião, você é a razão de existir do Blog, participe!
Colaborou: Fabiano Reis
Fontes:
https://www.diariodopeixe.com.br/noticias/o-trabalho-foi-feito-todo-para-nao-dar-certo-diz-aarao/
 
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No advento das últimas notícias a respeito do Santos FC, entendemos a necessidade de refletir a respeito do futuro do nosso clube amado.

Precisamos entender que nada e ninguém sobrevive somente por suas glórias passadas, é claro que não podemos esquecer a riqueza de nossa história, e jamais devemos negligenciar do nobre ofício de zelar por ela,  mas precisamos acima de tudo de administradores que tenham seu foco no futuro, com ambição e coragem.

O clube não pode mais se dar ao luxo de sobreviver de ciclos, aguardando sempre que novos raios caiam do céu, e  que assim lhe salve das constantes penúrias financeiras, fruto de gestões desastrosas e sombrias.

Em um mundo globalizado e de mudanças contínuas, sabemos que as grandes corporações de destaque e sucesso, são aquelas que estão em constante evolução e mudanças, aquelas que buscam entender os  cenários e ambientes a que estão inseridas, e se adaptam a eles.

A elaboração de um planejamento estratégico é indispensável, e como ele enquanto clube, irá se posicionar no mercado.

Governança com responsabilidade e compliance; Gestão moderna e de alta performance; Risco calculado; Espertice e  equilíbrio fiscal, essas devem ser a espinha dorsal ou plataforma de uma gestão arrojada de sucesso.

Nossos futuros administradores, sejam eles quem for, devem  ter a consciência que ajustes terão que ser feitos, sem a chamada “carga política” para esses “ajustes”, medidas impopulares terão que ser tomadas, principalmente no que diz respeito ao quadro de funcionários, reorganizar o organograma e combater os excessos é essencial. O clube não suporta mais um quadro de funcionários tão vultoso.

Parece que a gestão atual tem feito alguns ajustes neste sentido, porém, diante da falta de transparência e da ausência de informação, inevitavelmente uma nuvem de desconfiança na eficácia destas ações tem se formado.

Enfim, o trabalho é árduo, mas com responsabilidade, ética e conhecimento de gestão, tudo pode ser bem feito, basta ter vontade e coragem, fatores que parecem ter faltado a última gestão.

Queremos um Santos novamente gigante e temido como outrora, e este é o momento, o clube não suportará por mais três anos de uma gestão temerária e irresponsável. Precisamos de mudanças urgentes, para não ficarmos olhando mais pelo retrovisor, agarrados a glórias passadas, mas com os olhos no futuro.

 
Colaborou: Ely Marchel Araújo
 
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Vanderlei X Rodolfo Rodrigues.jpg
VANDEUSLEI!
No time dos Meninos da Vila, que se orgulha de seu DNA ofensivo, ninguém tem brilhado mais do que Vanderlei. O que o goleiro fez em Quilmes nesta quinta-feira foi impressionante. Com pelo menos quatro defesas à queima-roupa, ele foi o maior responsável pela vitória do Santos sobre o Estudiantes por 1 a 0 (gol de Arthur Gomes, em posição de impedimento).
SANTOS NUMA BOA NA LIBERTA!
Com o resultado na Argentina, o Santos assumiu a liderança do Grupo 6 com seis pontos, dois a mais do que o próprio Estudiantes e que os peruanos do Real Garcilaso. Detalhe: dos três jogos que o Peixe tem por fazer, dois serão em casa. Situação confortabilíssima do time de Jair Ventura na Libertadores!
PRIMEIRO TEMPO
O Santos passou os primeiros 15 minutos sem conseguir trocar três passes seguidos no campo de ataque. Nesse período, viu Vanderlei fazer defesaça em cabeçada à queima-roupa de Schunke. O Estudiantes martelava, quando o Santos conseguiu encaixar seu contra-ataque fatal: Sasha arrancou, passou para Arthur Gomes, recebeu de volta, invadiu a área e chutou. A bola bateu na trave, mas Arthur Gomes completou no rebote. Detalhe: ele estava em posição irregular na hora da finalização de Sasha.
O gol desestabilizou o Estudiantes, e o Santos passou a se sentir à vontade – muito mais próximo do segundo gol do que os argentinos do empate. A melhor chance foi de Jean Mota, pegando rebote de uma jogada de Rodrygo – dentro da pequena área, conseguiu chutar por cima do travessão.
SEGUNDO TEMPO
O Estudiantes voltou com um atacante (Pavone) no lugar de um meia (Giménez). Era tudo ou nada para os argentinos. E o Santos foi se acuando, dando espaços, enquanto Jair Ventura implorava por compactação maior. Foi aí que apareceu Vanderlei. Com QUATRO defesas impressionantes, à queima-roupa -, o goleiro foi o nome do jogo. Não há santista vivo que não tenha se lembrado de Rodolfo Rodríguez. Partidaça do goleiro do Peixe.
FICHA TÉCNICA Estudiantes 0 x 1 Santos
Local: Ciudad de Quilmes, em Quilmes (Argentina) Data: 5 de abril de 2018, quinta-feira Horário: 21h30 (de Brasília) Árbitro: Roddry Zambrano (EQU) Assistentes: Christian Lescano y Juan Macías (EQU) Cartões amarelos: ESTUDIANTES: Campi. SANTOS: David Braz e Vanderlei.
GOL: Santos: Arthur Gomes, aos 18 do 1T
ESTUDIANTES: Andújar, Sánchez, Desábato, Schunki e Campi; Gómez, Rodríguez, Giménez (Pavone) e Lattanzio (Cascini); Melano e Otero Técnico: Lucas Bernardi
SANTOS: Vanderlei, Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison, Renato (Gustavo Henrique) e Jean Mota; Arthur Gomes (Léo Cittadini), Rodrygo (Diogo Vitor) e Eduardo Sasha Técnico: Jair Ventura
Fonte: Globoesporte.com

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Perestroika (do russo: literalmente “reconstrução” ou “reestruturação”) foi, em conjunto com a Glasnost, uma das políticas introduzidas na União Soviética por Mikhail Gorbachev, em 1986.

A palavra Perestroika, que literalmente significa reconstrução, recebeu a conotação de reestruturação (abertura) econômica.

 

Amigos Santistas,

Dizem que a história se repete.

Com a chegada de novos dirigentes, o Santos tem a oportunidade de promover a sua própria Perestroika, renascendo e deixando para trás aquela política retrógrada.

Parafraseando a célebre frase do Presidente Reagan, gostaríamos de dizer ao Peres:

 

“Mr. President, tear down this wall”.

 

Senhor presidente, derrube o muro da vergonha que divide os santistas da baixada e os da capital.

Faça renascer o Gigante Santos FC. O Clube brasileiro mais conhecido em todo mundo.

Tire as amarras que prendem esse maravilhoso clube. Liberte-se das velhas práticas.

Deixe de lado a obsessão com o passado e olhe para os novos horizontes do século XXI.

Pense, imagine e sonhe com um Santos moderno, com novos palcos, com novos raios e novas conquistas.

Presidente Peres, esteja certo de que estamos aqui para criticar e também para elogiar, pois procuramos fazer a nossa parte como torcedores do Santos FC.

Esperamos que nos surpreenda com práticas e ações que tirem o nosso clube do lugar comum e faça dele um paradigma, paradigma este que sempre foi, ao longo de nossa história, o de um time diferente e reconhecidamente, o “reino do futebol”.

Todas as nossas observações são no sentido de que sua passagem pela gestão do Santos FC seja coroada de êxito, pois um eventual fracasso seu será o nosso fracasso, consequência que não queremos e nem admitimos para o nosso tão amado clube.

Por tudo isso, deixamos uma pergunta para o nosso presidente: “sr. presidente, seria pedir muito que o sr. dedicasse um pouco de seu tempo para, em breves palavras, atualizar o seu torcedor a respeito dos objetivos e resultados de sua ida ao México?

E você santista, o que gostaria de dizer ao Peres?

 
Colaborou: Ian Rocha
 
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Um pouco refeito da ressaca e até de uma certa frustração em razão da segunda semi-final, em que assisti uma desclassificação originária e causada pelos nossos erros e vícios, que me passam a impressão de arraigadas em todas as esferas do clube, e não por um time nitidamente superior, time este que chegou achando que venceria quando bem entendesse, tomou um gol e começou a procurar a razão, mas estes nossos erros e vícios de que falo, lhe devolveram, breve instante depois, propor o jogo, até nos encurralar, não tiveram competência, isto é problema deles não nosso, para transformar em gols seu predomínio tático, predomínio este estéril já que terminaram o primeiro tempo em desvantagem.

Nosso elenco é totalmente desbalanceado, mescla jogadores com razoável qualidade técnica, com jovens promessas, dois “monstros” da obediência tática, Allison e Sasha, alguns outros abatidos pela parte física, outros que nunca deixarão de ser aquilo que tem demonstrado ao longo de suas carreira, ou seja, nem pra compor elenco servem, e finalmente um repatriado que sequer tem a humildade e consciência de que seu réquiem passa por ser mais uma peça importante na engrenagem e não ser o intocável e a prima dona dentro de um elenco em transição, transição esta que nunca vinga e se transforma em realidade como queremos.

Um treinador titubeante, ainda procurando achar o jogador certo para cada posição, de idas e vindas nas escalações, que passa a impressão de já que não lhe ofereçam aquilo que talvez lhe tenha sido prometido, dá de ombros e assume viver da “síndrome vampeteriana”, vocês fingem que contratam e eu finjo que armo o time.
Somos o SANTOS FC, não aceitamos ficar protelando ações e viver da esperança e do discurso de que estamos em formação e este time se sobressairá na próxima temporada ou na seguinte, isto é para qualquer outro time, não o SANTOS FC, nós temos em nossa história de que o futuro é hoje, nós propomos o jogo e não somos convidados a participar do jogo, para isto basta vontade, boa, e comprometimento de todos, de astúcia, certa dose de ousadia e responsabilidade da parte diretiva.

Ficar batendo na trave nunca nos bastou e não será agora que irá bastar. Estamos parecendo um time quixotesco a combater moinhos de vento e quimeras, quando o que construímos ao longo de nossa rica história é o de desbravadores da primeira hora, os legítimos dignatários da dobradinha futebol arte aliado a objetividade, mas que infelizmente “nossos dirigentes” nos passam a impressão de que vieram e estão imbuídos de nos condenar a virar páginas e obras de um período raro na história do futebol, mas que devem ir integrar uma biblioteca ou galeria de obras de arte, disponível apenas para visitação e consulta, e não mais como escritores, roteiristas e atores de uma ópera que nunca deixará a Broadway do futebol , que jamais ficará mais tempo na coxia do que no palco.

Aqui é SANTOS!
Colaborou: Élcio Jorge
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Amigos Santista, enfim, que luta! Nosso glorioso Alvinegro, infelizmente, perdeu a decisão na disputa de pênaltis, o gigante caiu, porém, contrariando os prognósticos da mídia esportiva, brigou, lutou e reverteu o resultado do primeiro jogo, que os “profissionais” da imprensa deixem de vestir a camisa da parcialidade e respeitem o maior time do planeta.

Vamos ao jogo: um primeiro tempo super movimentado, onde o time verde ocupou o campo de defesa do SFC na maior parte do tempo, muita posse de bola, ocupação de espaço, linhas adiantadas e sufocando a saída de bola do glorioso, porém, mesmo com tudo isso, não transformou este domínio em oportunidades claras de gol, pior, para o time verde que viu uma escapada do SFC pela direita, onde após bela trama Daniel Guedes executou um cruzamento milimétrico para o cabeceio perfeito de Eduardo Sasha. Mais que um cruzamento, foi um passe. O Santos assim saiu na frente. Com a vantagem em seu poder, novamente, fruto de seu meio campo instável, o alvinegro deu a bola e o espaço ao time verde que num lance de sorte, aproveitou para empatar o jogo, Tchê Tchê cobrou lateral na área e após falta de Felipe Melo em David Braz, a bola sobrou para o excelente Bruno Henrique empatar o jogo. Na sequência o cenário não mudou, o alviverde propondo o jogo, dominando a posse de bola, mas, novamente em uma boa trama, a bola chegou na área verde e, desta vez com a sorte a favor, Gabriel chutou, a bola bateu em Sasha e sobrou para o garoto prodígio Rodrygo executar a meta verde com frieza e precisão, Santos novamente em vantagem. Cabe registrar que o apitador pendurou nossos defensores, não aplicando o mesmo critério do lado oposto.

Na segunda etapa, felizmente, o Santos melhorou um pouco a postura e, embora não adiantando as linhas, pelo menos reduziu o espaço no setor defensivo, Alison passou a roubar bolas e os laterais Daniel e Dodô passaram a avançar ao ataque, por conseguinte, obrigando Keno e Dudu a jogar coletivamente e aos poucos desgastando-os  no aspecto físico. O time alviverde seguiu melhor, mas com menos intensidade que na etapa inicial. O jogo foi ganhando tons de dramaticidade e muita disputa pela bola, após a entrada de Leandro Donizete e Jean Motta, o alvinegro passou a povoar de maneira mais eficiente o meio de campo e assim conseguiu esfriar o ímpeto verde. Os minutos finais acabaram de forma equilibrada, com muita transpiração e nenhuma inspiração, apito final e disputa de pênaltis era o caminho para a grande final.

As penalidades começaram com Dudu, Gabriel, Tchê Tchê, Jean Motta e Victor Luis acertando com cobranças indefensáveis. Porém, na terceira cobrança Santista, Diogo Vitor foi displicente e cobrou nas mãos do Jailson. Drama Santista! Moisés e Arthur Gomes acertaram e ficou nos pés de Guerra a chance de matar o jogo, o venezuelano converteu e colocou o palestra na final. Derrota Santista, mas, mais uma vez, cabe salientar que o gigante fez o que dele esperava, disputou a vaga até o último lance possível.

SFC

Diogo Vitor é consolado após perder a penalidade.

Campeonato para nós terminado. É o momento da comissão técnica e diretoria analisar o desempenho diante das circunstâncias e percalços enfrentados. Faz-se necessária a contratação de um meia armador e um segundo volante capaz de marcar e sair pro jogo. O trabalho do Jair Ventura merece ser revisto, um time grande como o Santos não pode passar um campeonato inteiro jogando por uma bola, sem postura e esquema que o possibilite propor o jogo. O time precisa de ajustes neste sentido, é um time que luta muito, muita transpiração e pouquíssima inspiração.

 
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 1 x 2 SANTOS

Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 27 de março de 2018, terça-feira
Horário: 20h30 (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Assistentes: Herman Brumel Vani e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa
Público pagante: 34.743
Não pagantes: 1.848
Renda: R$ 1.327.610,00
Cartões amarelos: Felipe Melo e Willian (PALMEIRAS); David Braz, Lucas Veríssimo, Alison e Eduardo Sasha (SANTOS)
GOLS:
PALMEIRAS: Bruno Henrique, aos 16 minutos da etapa inicial
SANTOS: Eduardo Sasha, aos 13, e Rodrygo, aos 39 minutos do primeiro tempo
PÊNALTIS
PALMEIRAS:
 Dudu, Tchê Tchê, Victor Luis, Moisés, Guerra  (certos)

SANTOS: Gabigol, Jean Mota e Artur Gomes (certos), Diogo Vitor (errados)
PALMEIRAS: Jailson; Tchê Tchê, Antônio Carlos, Thiago Martins e Victor Luis; Felipe Melo, Bruno Henrique e Lucas Lima (Guerra); Dudu, Keno e Willian (Deyverson)
Técnico: Roger Machado
SANTOS: Vanderlei, Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison; Eduardo Sasha (Diogo Vitor), Renato (Leandro Donizete), Arthur Gomes e Rodrygo (Jean Mota); Gabigol
Técnico: Jair Ventura
NOTAS:
Vanderlei: 6
Daniel Guedes: 6,5
Lucas Veríssimo: 6
David Braz: 6
Dodô: 6,5
Alison: 7
Renato: 5
Rodrygo: 6
Artur Gomes: 5
Gabriel: 4,5
Eduardo Sasha: 7
Jean Motta: 5
Diogo Vitor: 4
Leandro Donizete: Sem nota
Jair Ventura: 6
Melhores Momentos:

Disputa de Pênaltis

 
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