Em um duelo direto na luta contra o rebaixamento, o Juventude venceu o Santos por 3 a 0 na tarde deste domingo, no Alfredo Jaconi, e mergulhou o adversário em crise – o Peixe pode fechar a rodada na zona de rebaixamento. Ricardo Bueno, Dawhan e Guilherme Castilho, dono das duas assistências anteriores, marcaram os gols que encerraram a série de seis jogos sem vitória dos gaúchos. O Santos não ganha há dez partidas (oito delas no Brasileirão).

Foi o quarto jogo de Fábio Carille no comando do Santos – três pelo Brasileirão e um pela Copa do Brasil. E os resultados são muito ruins. Nenhuma vitória (dois empates e duas derrotas), nenhum gol marcado (e agora quatro sofridos).

O Peixe, com 24, caiu para o 16º posto, à beira da zona de rebaixamento.

O Santos volta a campo às 18h15 do próximo domingo contra o Fluminense.

Primeiro Tempo

Com 15 minutos de jogo, o Santos acumulava três chances de gol, em um sinal de sua superioridade no começo da partida. As oportunidades apareceram em chute de Marinho por cima e em duas conclusões de Léo Baptistão: uma por baixo, outra pelo alto, em cabeceio muito perigoso. Enquanto isso, o Juventude tinha enorme dificuldade para agredir – mal conseguia manter a bola no campo de ataque. O Santos seguiu em cima, usando bem principalmente o lado esquerdo. Foi de lá que Jean Mota mandou chute muito perigoso, na rede por fora. E também foi de lá que Felipe Jonatan mandou pancada cruzada – bem cortada pela defesa. Nos minutos finais, o Juventude melhorou um pouco e amenizou a pressão adversária. E aí, aos 45, em um lance de bola parada, o Alviverde surpreendeu: Ricardo Bueno aproveitou cruzamento de Guilherme Castilho e, de cabeça, fez 1 a 0.

Segundo Tempo

O Santos tentou repetir no segundo tempo a pressão demonstrada no período anterior. Mas sem sucesso. O Juventude se agarrou à vantagem, marcou pesado e passou a matar o jogo com faltas. As chances de gol se tornaram escassas – Sánchez, aos seis, cobrou falta por cima do gol. Fábio Carille se viu obrigado a agir. Desfez o esquema de três zagueiros, tirou Danilo Boza e Jean Mota, colocou Gabriel Pirani e Diego Tardelli. Mas de nada adiantou. Aos 18, em repeteco do primeiro gol, o Juventude ampliou: Guilherme Castilho cobrou escanteio, e Dawhan venceu a zaga santista para desviar: 2 a 0. No desespero, o Santos tentou apressar o jogo e até teve chances em finalizações perigosas de Sánchez e Marinho. Mas não foi o suficiente para mudar o panorama do jogo. Tanto que o Juventude ainda ampliou. Aos 38, depois de duas assistências, Guilherme Castilho recebeu de Capixaba e bateu sem chances para João Paulo, matando um jogo que terminou com sentimento de alívio para o Alviverde e de muito temor para o Santos.

Fonte: globoesporte.com


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Ceará e Santos ficaram no empate por 0 a 0 na noite deste sábado, na Arena Castelão, num jogo morno, com poucas chances e que manteve os dois times perto da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro – o jogo foi válido pela 21ª rodada. A melhor chance de mudar a história esteve nos pés de Marinho, mas o atacante do Santos escorregou e errou um pênalti ainda no primeiro tempo. Não houve, porém, mais lances perigosos além desse. Os técnicos Tiago Nunes, de um lado, e Fábio Carille, do outro, ainda buscam a primeira vitória no comando de suas novas equipes. O Ceará chega a seis jogos sem ganhar na temporada, e o Santos vai a nove. O Santos recebe o Juventude no domingo, às 16h, na Vila Belmiro. Assista aos melhores momentos:

O lance capital

Marinho correu decidido, mas escorregou no último passo e isolou uma cobrança de pênalti a favor do Santos – no primeiro turno, o atacante havia perdido outra penalidade contra o Ceará. A infração foi marcada pelo árbitro Anderson Daronco com ajuda do VAR, que identificou desvio no braço de Messias após chute de Jean Mota. Na Central do Apito, o comentarista Paulo César de Oliveira concordou com a marcação.

Primeiro tempo

O jogo foi fraco tecnicamente e com poucas chances de gol. Do lado do Ceará, Vina praticamente não apareceu – apenas em um cruzamento de Kelvyn que ele finalizou e viu a zaga desviar. O Peixe, por outro lado, teve posse de bola, rodou bastante, mas não conseguiu infiltrar na defesa do Ceará. Na melhor chance, Jean Mota chutou de longe, a bola desviou em Messias, e o árbitro Anderson Daronco marcou pênalti após consulta ao VAR – ele concluiu que o desvio foi com o braço. Na cobrança, porém, Marinho escorregou e isolou a bola, mantendo o placar zerado.

Segundo tempo

O ritmo foi o mesmo da primeira etapa, com pouca qualidade dos dois lados e quase nenhuma chance de gol – o Peixe chegou graças a Marinho, que encontrou Felipe Jonatan livre para finalizar, mas chutar para fora. Do outro lado, Vina também tentou de longe, mas sem trabalho para João Paulo. Fábio Carille tentou mandar o time ao ataque quando substituiu o lateral-direito Pará pelo garoto Ângelo, um atacante. Este, porém, quase não pegou na bola, isolado pelo lado esquerdo santista. No Ceará, Marlon e Lima entraram e aumentaram o volume de jogo – de cabeça, Luiz Otávio quase fez o gol da vitória. Depois, Gabriel Dias exigiu grande defesa de João Paulo. E no fim, Marinho cobrou falta com perigo, mas à esquerda do gol de Richard.

Fonte: globoesporte.com


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Santos e Bahia ficaram no 0 a 0 na noite deste sábado, na Vila Belmiro, em jogo válido pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. A partida de estreia do treinador Fábio Carille no comando do Peixe não foi de muito brilho do time mandante, amplamente dominado pelo adversário no primeiro tempo. Na etapa final, o jogo mudou, os santistas cresceram, mas o placar seguiu em branco e manteve as duas equipes nas cercanias da zona de rebaixamento.

Com o empate, o Santos sobe para a 13ª posição, com 23 pontos em 20 partidas. O Santos joga o próximo jogo fora diante do Ceará. Mas antes tem Copa do Brasil para o Peixe. Na terça, os santistas recebem o Athletico depois de perder o jogo de ida das quartas de final por 1 a 0.

O que mudou

Na estreia, Fábio Carille passou o Santos do 4-4-2 dos tempos de Fernando Diniz para um 4-1-4-1, com Camacho mais fixo à frente da defesa e Léo Baptistão como homem de referência. Neste esquema, Jean Mota perdeu espaço, com a entrada de Lucas Braga como ponta. A atuação no primeiro tempo foi muito ruim, sem uma finalização sequer a gol. Mas a equipe melhorou na etapa final.

Primeiro tempo

O Bahia tentou surpreender o Santos com uma postura mais agressiva no começo do jogo. Com 20 minutos de partida, embora tivesse menos posse de bola, o Tricolor somava quatro finalizações, contra nenhuma dos santistas. A primeira delas foi um cartão de visitas: com menos de um minuto, Lucas Mugni arriscou o chute, e o goleiro João Paulo defendeu. Mas a superioridade baiana se estenderia ao longo do período – Gilberto teve boa chance, Isnaldo mandou finalização perigosa por cima, Rodallega arriscou de fora da área. O Santos, nas poucas vezes em que conseguiu criar alguma coisa no ataque, acabou desperdiçando por erros na tomada de decisão. Nos minutos finais do período, tentou se apossar do campo de ataque e apostou em bolas aérea com Carlos Sánchez, mas sem sucesso. Terminou o período sem uma finalização sequer.

Segundo tempo

O Santos voltou melhor no segundo tempo. Manteve a posse de bola, mas desta vez com os jogadores mais próximos entre si – e também com ações mais objetivas. Aos sete, o Peixe quase abriu o placar. Sánchez bateu falta (sofrida por Pirani à beira da área), e o goleiro Mateus Claus fez grande defesa. Aos 17 minutos, Marinho voltou a entrar em campo pelo Santos depois de tratar uma lesão na coxa. O atacante teve boa chance em finalização para fora, após bola sobrada aos 30 da segunda etapa. O Bahia teve a chance de matar o jogo aos 48, em chute desperdiçado por Rodriguinho. Mas n]ao teve jeito: nada de gols na Vila Belmiro.

Fonte: globoesporte.com

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Prezados Santistas,

Mais uma vez o torcedor do Santos assiste à reprise de um filme antigo.

Aquele filme cujo enredo se incia com um jogador de futebol, um dia querido, valorizado e “amigo” do torcedor, ou simplesmente um patrimônio do clube, que acaba se tornando um desafeto ao entrar em rota de colisão com a instituição.

Há quase duas décadas, vimos o nosso querido Robinho quase fazendo “greve” a fim de forçar sua venda ao Real Madrid. Na sequência o Diego, camisa 10 daquela mesma geração, que parece não querer ver o Santos “nem pintado de ouro” pela frente, pois toma até cartão amarelo de tanto que comemora um gol em cima do seu clube de origem.

Não podemos deixar de citar a dupla de jogadores da geração de 2010 (Ganso e Neymar), que se tornaram ídolos da torcida, e que em ambos os casos, acabaram saindo do clube de forma triste e melancólica.

Mais ou menos naquela época tivemos as saídas conturbadas de Arouca, Mena, Aranha e Leandro Damião.

Nos anos seguintes foi a vez de Zeca, Sasha e Éverson, buscarem a Justiça para rescindir seus contratos.

Além dos casos de jogadores que saíram de graça do clube ao terem se recusado a renovar contrato: Lucas Lima, Bambu, Yuri Alberto, Gustavo Henrique e Léo Cittadini.

Não podemos deixar de citar o caso do Bruno Henrique, que em vez de render milhões ao Santos, acabou saindo por uma “mixaria”, enquanto víamos dirigente dizendo que o jogador estava acabado para o futebol por conta de um problema nos olhos.

Percebam que os casos acima ocorreram em diferentes “dinastias”, ou seja, trata-se mais de um problema crônico e institucional do que algo relacionado a gestor A ou B.

No final de 2020 com a eleição do Rueda, parte da torcida teve a esperança de ver uma nova realidade, através de uma relação “normal” entre clube x jogador; mais ou menos o que o ocorre em um clube que se preze.

Ocorre que nesses 8 meses da “dinastia Rueda”, parece que pouca coisa mudou nesse âmbito.

Primeiro foi o “desabafo” do zagueiro Cléber através da imprensa;

Em seguida foi o “não” dado pelo Kaio Jorge na tentativa de renovação do seu contrato;

Depois o comportamento hostil do atacante Gabriel na Vila Belmiro em uma partida recente do campeonato brasileiro. Uma relação que está indo de “ídolo” para desafeto.

Uma “certa demora” nas renovações de Marcos Leonardo e Balieiro.

E a novidade da vez é o Marinho, simplesmente o principal jogador do clube que busca a imprensa para “desabafar” sobre um suposto erro médico em seu tratamento, um pedido de valorização frustrado, e sobre seu desejo de deixar o clube ao final do campeonato brasileiro.

Resumo da coisa: o Santista não tem um minuto de paz, graças a esse filme que sempre se repete.

Agora esperamos uma resposta oficial do clube sobre o caso do Marinho, bem como as devidas explicações sobre esse suposto problema médico, assim como as ações que serão adotadas para prevenir esse tipo de coisa.

Olhando de fora, fica muito forte a impressão de que não há uma comunicação clara entre clube e elenco, pois o Marinho parece não ter entendido o motivo pelo qual o clube vendeu tantos jogadores nesta temporada e por ter recusado supostas propostas de rivais locais.

Antes de mais nada, acreditamos que é importante estabelecer uma relação de confiança e transparência em todas as áreas do clube, em especial, com o elenco.

Está mais do que hora dos gestores provarem que estão dando a devida atenção ao futebol.

E que o Marinho não se torne mais um triste exemplo de jogador que se torna desafeto, graças ao “problema crônico” existente no Santos.

E você. O que acha de tudo isso?

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RESENHA BSS – Convidado especial: Giovane Martinelli (Diário do Peixe)
VBC – Episódio 13
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BSS ENTREVISTA – José Renato QUARESMA – Ex Membro do CG do Rueda
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Caso você vote em nenhuma das alternativas, indique nos comentários do Blog o nome de sua preferência

Salve Nação Santista!



Fernando Diniz era um nome muito badalado na comunidade Santista, desde o seu, surpreendente, vice campeonato paulista em 2016, onde conseguiu, inclusive, ser dominante no segundo jogo da final, em plena Vila Belmiro;

Os anos foram passando, mas Diniz sempre foi um desejo de muitos Santistas, eis que, em 07/05/21, o SFC anunciou a contratação do treinador de 47 anos;

Após a saída de Holan, lançamos uma enquete aqui no BSS, na qual Diniz ficou em segundo lugar, perdendo apenas para Renato Gaúcho;

Difícil dizer se foi sorte ou azar do Diniz ser contratado pelo SFC nesse ciclo, momento ainda conturbado, num cenário de caos financeiro, com o clube tendo dificuldade para contratar e manter bons jogadores, aliando-se a isso muitas lesões; E mesmo após o clube contratar, em nenhum momento o treinador teve a chance de colocar força máxima em campo;

Mesmo diante de tudo isso, é fato que o trabalho não prosperou, o time não evoluiu em performance, pelo contrário, um trabalho que começou com boa perspectiva, foi mostrando uma face “mais do mesmo”, com queda de performance ao longo dos últimos jogos.

Números:
Jogos: 31
Vitórias: 11
Empate: 8
Derrotas: 12
Gols pró: 34
Gols contra: 36
Aproveitamento: 44,09%

Difícil destacar um ponto positivo, além claro, da manjada fixação pela posse de bola, um verdadeiro “tic tic” nervoso, ou o tik sem o taka, um time que abusou de cruzamentos e, em contrapartida, escassez de finalizações, são os principais pontos do ponto de vista ofensivo; Aparentemente, para Diniz, aliar agressividade com intensidade não combinam;

Do ponto de vista defensivo, o que vimos foi um time, extremamente, frágil, sem agressividade na marcação defensiva, com Camacho e Mota que são pouco combativos, acabou a defesa e João Paulo sendo sempre sobrecarregados;

João Paulo foi o destaque do time em todos os jogos da passagem do Diniz, o goleiro foi tão exigido, que passou a ser especulado para a Seleção Brasileira; Goleiro em destaque sempre é um mal sinal;

Na questão tática, Diniz parece um treinador manjado, todo mundo sabe que uma ligação direta, um lançamento de 50 metros ou o, popular, esticão do adversário, coloca a sua defesa em risco. O SFC tomou gols e vários pela linha defensiva alta e sem sobra, também perdeu jogos desta forma;

Enfim, pra não dizer que tudo foi ruim, Diniz recuperou Madson, consolidou Kaike na zaga, e encontrou um posicionamento interessante para o Pirani, no entre linhas ofensivo;

Sobre a continuidade do Diniz na carreira, é preciso que o treinador reflita e recicle-se, anda sempre muito nervoso, levando muitos cartões, isso sobre comportamento, mas tem a questão tática também, seu jeito de jogar e seu esquema, requer mais variações, pois está muito manjado; A famosa saída de bola assumindo riscos, gera muitos sustos para poucos acertos;

É muito importante destacar, que o problema do SFC está longe de ser apenas Fernando Diniz, assim como não era apenas Ariel Holan, nosso problema ainda é “pé de obra”, precisamos de jogador que chegue para ser titular, que a diretoria do clube fique atenta a isso; Assim como é preciso vender, é também preciso reforçar;

E você torcedor, o que achou da passagem do Diniz?
Foi correta a sua demissão?

Deixe sua opinião;

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