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O Santos deu sinal de vida

Amigos santistas,

Após receber a ilustre visita das torcidas organizadas no último sábado no CT, eis que os jogadores acordaram para a vida e deram a devida resposta dentro de campo.

Em um primeiro tempo avassalador, o Santos atropelou o Vitória com três gols do “Rayo” Rodrigo e um gol de cabeça do Renato!

Na segunda etapa um golaço do Vanderlei com participação do Gabriel, o Santos chegou a cinco gols, melhorando sensivelmente seu saldo de gols.

Os três gols do Rodrygo são conhecidos como “Hat-Trick”, uma expressão britânica assim como o bonito uniforme azul utilizado pelo Santos, em homenagem à terra da Rainha.

Tudo para “inglês ver”. aliás, para inglesinho ver!

Estamos falando do nosso torcedor Braydon Bent de Manchester, que está em visita a Santos.

Enquanto o Braydon Bent sai de Manchester (Inglaterra) para vir prestigiar o Santos, o nosso presidente faz justamente o caminho inverso. Vai entender!

Certamente o garoto Inglês sentiu que valeu a pena sua vinda. Este sim é torcedor “pé-quente”!

Aliás, “pé-quente” também são nossos companheiros do Blog Soul Santista, que também marcaram presença na Vila: Wagner Dias e seu filho Lucas Wagner, Fabiano Reis, Reginaldo Perna e Nazir Khayat.

Que esta apresentação de hoje seja um divisor de águas e que o nosso time tenha reencontrado o caminho das vitórias e a reconciliação com seu torcedor.

Esperamos também que a diretoria continue seu trabalho em busca dos tão esperados reforços.

Obs. Falando em “pé-quente”, o ex-menino da Vila Neilton (apesar do gol com passe de David Braz) é um baita de um “pé-frio”, graças a Deus! Sempre que joga contra o Santos, seu time perde. Até mesmo pênalti ele já desperdiçou contra nós. Que continue assim.

Para finalizar, não podemos destacar alguns fatos negativos na partida além do público pequeno.

O zagueiro David Braz e o treinador Jair Ventura.

Ambos fizeram corretamente a sua parte de “estraga prazer” por quase terem manchado uma vitória que tornou, este domingo chuvoso, um dia um pouco mais alegre para o santista.

O zagueiro tem sido bisonho. Técnica e taticamente sofrível, não faz jus nenhum em vestir a camisa do time.

Treinador, teimoso que já ultrapassou todo e qualquer limite de tolerância e compreensão, mantém o zagueiro trapalhão e trôpego como titular e patrocina sempre as mesmas substituições que já se mostraram improdutivas e danosas ao desempenho do time.

E você, o que pensa sobre tudo isso?

*Colaboraram: Ian Rocha e Elcio “CrazyFish”

FICHA TÉCNICA (Fonte: Uol.com.br)

Santos 5 x 2 Vitória

Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)

Data: 03/06/2018

Horário: 16h (de Brasília)

Público e renda: 3.887 pagantes / R$ 82.830,00

Árbitro: Rodrigo D’Alonso Ferreira (SC)

Assistentes: Helton Nunes e Alex dos Santos (SC)

Gols: Rodrygo, aos 22, Gols: Rodrygo, aos 22, 25 e 30 minutos, e Renato, aos 44 minutos do 1º tempo.

Neilton, aos 17, Gabigol, aos 29, e Ramon, aos 38 minutos do 2º tempo

Cartões amarelos: Wallyson, Rodrigo Andrade, Kanu e Lucas Marques (Vitória)

Santos: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo (Gustavo Henrique), David Braz e Dodô; Renato, Diego Pituca e Jean Mota; Rodrygo (Copete), Eduardo Sasha (Léo Cittadini) e Gabigol. Técnico: Jair Ventura

Vitória: Elias; Lucas, AdLucas, Aderlan, Kanu e Pedro Botelho; Uillian Correia (Lucas Marques) e Rodrigo Andrade (Ramon); Rhayner, Neilton e Lucas Fernandes (André Lima); Wallyson. Técnico: Vagner Mancini.

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Amigos santistas,

Desta vez, dividimos com vocês um excelente texto, inicialmente publicado como comentário em nosso blog pelo comentarista Ricardo Brandão em 02/06/2018 no Post “Remake 2008”.

Apesar de ser uma opinião pessoal, a ideia desse post é convidar os amigos santistas para fazerem uma reflexão sobre as possíveis causas que levaram nosso Santos FC para essa crise técnica.

Boa leitura!

Independentemente da questão de 1 jogo a menos (se vencêssemos, iríamos para 13º com 9 pontos e ficaríamos a 1 ponto da ZR, e o Vasco continuaria em 11º com 11 pontos) e dos aspectos subjetivos que envolvem o futebol (gostar ou não de um jogador, gostar ou não do treinador, gostar ou não de uma formação etc.), a nossa realidade é uma só: até o Paulista fomos, no máximo razoáveis, e de lá pra cá… Vamos de mal a pior!

Pra tentar explicar isso, em primeiro lugar, penso numa “equação” que define de forma bem simples o que ocorre dentro das 4 linhas, quando o árbitro apita o início do jogo: Time = Elenco + Treinador.

É nesse momento que a gente vê se o Time está bem ou não. É nesse momento que a gente sente a nossa paixão por Ele. Os treinamentos, as jogadas ensaiadas, as análises de desempenho, as preleções, nada, nada disso nos importa. Queremos o Santos ganhando E jogando bem. Ou ganhando. Ou, no mínimo, jogando bem.

Infelizmente, isso não tem acontecido. Estamos perdendo E jogando mal. No máximo, ganhando e jogando nada. E quando isso acontece, quase sempre dependemos de 3 fatores ‘sobrenaturais’: erros feios dos adversários, erros da arbitragem e sorte. Ou tudo isso junto.

Mas, afinal, o que acontece? Temos um Elenco bom, médio ou ruim? E nosso Treinador?

Numa escala de péssimo / ruim / regular / bom / muito bom e ótimo, considero nosso Elenco como bom (nota entre 6 e 7), comparativamente aos outros 19 times da Série A. E por que eu acho isso? Por 3 motivos:

(i) vários já têm títulos regionais e nacionais, alguns até com internacionais;

(ii) seriam facilmente titulares nos times que hoje ocupam o G6;

(iii) estatisticamente, é impossível que todos eles, absolutamente todos, tenham desaprendido a jogar simultaneamente… e exatamente no mesmo período!

Vanderlei falhando, Gabriel em jejum, Sasha saçaricando, RAIOdrygo sem luz… tudo junto e misturado… não, definitivamente, não é normal…

Vejamos, então, os títulos de 18 jogadores do nosso Elenco:

Vanderlei (10): 2 Br-B, 6 Paranaenses, 2 Paulistas

Vladimir (8): 5 Paulistas, 1 CdoBr, 1 Liberta, 1 Recopa SulAm

Ferraz (4): 1 Goiano, 1 Paranaense, 2 Paulistas

Guedes (4): 2 Copinhas, 1 Copa Sub-20, 1 Paulista

Veríssimo (1): 1 Paulista

Braz (7): 1 Baiano, 1 Carioca, 3 Paulistas, 1 Br-A, 1 Recopa SulAm

Gustavo (4): 1 Copinha, 1 Copa Sub-20, 2 Paulistas

Felipe (1): 1 Paulista

Dodô (2): 1 CdoBr, 1 Super Clássico das Américas (Seleção)

Mota (1): 1 Cearense

Alison (5): 1 Copinha, 4 Paulistas

Cittadini (2): 1 Copinha, 1 Paulista

Bueno (1): 1 Paulista

Renato: ex-jogador não está na minha análise

Pituca (1): 1 Br-D

Sasha (7): 1 Copa Sub-23, 1 Br-B, 1 Goiano, 4 Gaúchos

Yuri Alberto (1): 1 Copa Sub-17 SulAm

Gabriel (4): 1 Br Sub-17, 2 Paulistas, 1 Ouro Olímpico

Bruno (1): 1 Goiano

TOTAL: 19 jogadores com 64 títulos! (Média: 3,3 títulos por jogador!!)

Utilizando a mesma escala, considero nosso Treinador como péssimo, pois:

(i) não tem nenhum título regional, nacional ou internacional, nem como jogador;

(ii) não seria treinador em nenhum time que hoje ocupa o G6;

(iii) além de não acrescentar nada ao Santos de 2017, ele piorou tudo que tínhamos de bom: abriu nossa defesa, desmontou o meio e confundiu o ataque.

E sobre essa questão de títulos, nosso Elenco de 19 jogadores conquistou 20 modalidades de títulos, desde Sub-qualquer coisa, até Ouro Olímpico. E o JV, nenhum…

TOTAL: 1 técnico com 0 título!!

MÉDIA: 0 título por técnico!!

Como um Time é formado por Elenco e Treinador, é impossível esse Elenco campeão respeitar um Treinador nulo, um zé-ninguém, que assobia pros jogadores na beira do campo como se estivesse chamando um cachorro (!!!), que foi contratado por erro da Diretoria e, verdade seja dita, a pedido de 99% da Torcida.

Entretanto, nada, absolutamente nada, impede essa mesma Diretoria de detectar o erro e corrigi-lo, demitindo de imediato o JV. Até porque, nesse momento, creio que nem 10% dessa mesma Torcida queira a permanência dele.

Conclusão: Errar é humano, persistir no erro é burrice.

E você, o que pensa sobre tudo isso?

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Senhores dirigentes. Ainda há tempo

Amigos santistas,

A história se repete. Estamos experimentando a mesma agonia que sofremos no brasileirão de 2008, quando fomos salvos por um “gol espírita” de Michael Jackson Quiñonez (com participação de Gustavo Nery).

A diferença é que naquela ocasião, nosso presidente tinha condições de abrir a carteira para dar um socorro ao clube. Além disso, era um “cartola” experiente. Não era um marinheiro de primeira viagem.

Nesse 2018, ainda temos um importante aliado que pode nos ajudar a sair dessa situação desesperadora. Temos tempo.

Mas o tempo só serve se for aproveitado adequadamente.

Portanto, Sr. presidente. Volte de Londres o quanto antes e mãos à obra!

Essa diretoria precisa entender que a razão de ser das áreas administrativas e das instâncias internas do clube é o futebol.

“Se o campo e bola não vão bem, nada vai bem”.

Não adianta tentar tapar o sol com a peneira.

As coisas vão muito mal. Os 19 times concorrentes do Santos estão percebendo o jeito certo para ganhar do nosso time nesse brasileirão.

O Jair Ventura é programado para mexer no time somente após os 20 minutos do 2º tempo. Aparentemente perdeu o comando e ninguém dá bola para ele.

Outra coisa. No futebol temos muito poucos casos de treinadores que pediram demissão por desempenho insuficiente. Não podemos ficar aguardando o Jair se tocar. O interesse maior é nosso.

E o próximo técnico não pode ser uma aposta. Deve ser um profissional experiente que venha para resolver. Nem que seja um contrato até o final do ano com um técnico que saiba “fechar a casinha”.

Aí sim em 2019 (no primeiro semestre), daria para apostar em um novo projeto, pois daria tempo para corrigir os rumos.

O futebol não permite desaforos, ou se preferir, “a bola pune” como disse o Muricy.

Então meus amigos, esperamos que tirem o bumbum da cadeira e salvem esse time de muita história, que se encontra com a água no pescoço.

Obs. Após tudo isso, quando as coisas estiverem nos trilhos, aí sim poderão pensar em coisas supérfluas e sem importância, como reforma de chácara e eventos comemorativos.

E você, o que pensa sobre tudo isso?

*Colaborou: Ian Rocha

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RESUMO

Em duelo direto da parte de baixo da tabela do Brasileirão, o Atlético-PR bateu o Santos por 2 a 0, nesta quinta-feira, na Arena da Baixada, e voltou a respirar depois de um longo jejum de vitórias. A equipe de Fernando Diniz estava há nove partidas sem ganhar, e o resultado serviu também para tirar o Furacão da zona de rebaixamento. O Peixe, por sua vez, continua nela – já havia começado o dia em 17º lugar, foi ultrapassado pelo rival e termina a rodada em 18º. Os gols atleticanos foram marcados por Thiago Heleno e Guilherme.

A vitória causou um salto do Atlético-PR, que agora ocupa a 13ª posição, com nove pontos, e respira um pouco no campeonato. O Santos continua com seis – apenas duas vitórias em sete partidas (tem um jogo a menos que os demais) – e só está à frente de Ceará e Paraná.

Acostumado a brigar na parte de cima da tabela, o Santos voltou a frequentar a zona de rebaixamento depois de 82 rodadas – a última vez havia sido na primeira rodada de 2016. A marca aumenta a pressão sobre o técnico Jair Ventura, questionado por torcedores e parte de conselheiros por seu estilo à frente da equipe. O mau desempenho dos jogadores em campo também não tem contribuído para a paz do comandante.

A execução do Hino Nacional Brasileiro (e também o do estado do Paraná) teve apenas o Atlético em campo. Atrasados, os jogadores do Santos subiram ao gramado quando a cerimônia de abertura da partida já havia começado – e, claro, foram vaiados pela torcida da casa. O Peixe alegou que a conversa do técnico Jair Ventura “se estendeu” no vestiário.

O JOGO

No tempo inicial, o Atlético se impôs rapidamente com trocas de passes e triangulações em busca de espaços abertos na defesa do Santos – muitas vezes desorganizada. O primeiro gol, porém, saiu na bola aérea: Nikão cobrou escanteio, e Thiago Heleno subiu sozinho, sem ninguém nem por perto, para cabecear e abrir o placar, aos 17 minutos. A marcação deficiente do rival fez o mesmo Nikão aparecer sozinho na área, minutos depois, para acertar belo chute no travessão.

O Peixe, em sua ausência crônica de criatividade no meio-campo, só viveu de arrancadas esporádicas de Rodrygo. O atacante não encontrava ninguém para tabelar. Ainda assim, arriscou um chute de longe, defendido pelo goleiro… Santos.

Já no segundo tempo, Carleto já havia dado seu cartão de visitas no primeiro tempo, com uma cobrança de falta venenosa que Vanderlei teve de se virar para defender. Aos 8 minutos, o lateral repetiu a dose, mas o goleiro rebateu mal, nos pés de Guilherme, que fez o segundo. Assim, sem esforço, o Atlético poderia ter feito mais, jogando naturalmente – só parou no mesmo Vanderlei, que se redimiu com três defesas seguidas.

Jair Ventura tentou uma resposta com os garotos Léo Cittadini e Yuri Alberto, mais Bruno Henrique. Este último já mostra que é o jogador mais técnico da equipe, mas ainda insuficiente para levar o Santos às vitórias. Em Curitiba, não foi diferente.

Fonte: Globoesporte.com

FICHA TÉCNICA
Atlético-PR 2 x 0 Santos

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 31 de maio de 2018, quinta-feira
Horário: 21h (de Brasília)
Árbitro: Sávio Pereira Sampaio (DF)
Assistentes: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e Ciro Chaban Junqueira (DF)
Público e renda: 9.173/R$ 181.655,00
Cartões amarelos: Atlético-PR: Pablo. SANTOS: Bruno Henrique.

GOLS:
Atlético-PR: Thiago Heleno, aos 17 do 1T, e Guilherme, aos 8 do 2T;

ATLÉTICO-PR: Santos; Wanderson, Thiago Heleno e José Ivaldo; Matheus Rossetto, Camacho, Lucho González (Bruno Guimarães) e Thiago Carleto; Nikão (Bergson), Guilherme (Raphael Veiga) e Pablo.
Técnico: Fernando Diniz

SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Diego Pituca (Léo Cittadini), Renato (Bruno Henrique) e Jean Mota; Gabigol, Rodrygo (Yuri Alberto) e Eduardo Sasha
Técnico: Jair Ventura

E você, o que tem a dizer sobre tudo isso?

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Amigos santistas,

Dando seguimento ao projeto do Blog Soul Santista de dar voz ao nosso torcedor, a seguir vocês terão acesso a uma análise do nosso amigo Gihad Menezes, Advogado, Contador e Auditor Fiscal, que fez uma análise técnica do trabalho da auditoria, que analisou o balanço contábil do Santos referente ao exercício de 2017 (último ano da Gestão Modesto Roma).

Boa leitura!

O trabalho de auditoria deve ser entendido como um olhar fotográfico acerca de um momento que está contabilizado em determinado momento.

O relatório contratado de auditoria descreve, com exceções de ressalvas, que as demonstrações financeiras datadas de 31/12/2017 (https://www.santosfc.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Balan%C3%A7o-Patrimonial-2017.pdf) estão adequadamente representadas, ou seja, que existe verdade nos números, em respeito aos normativos contábeis, mesmo que com algumas ressalvas.

As ditas “ressalvas”, afirmadas pelo profissional da empresa de auditoria, Vagner Alves de Lira – CRC1SP222941/O-2, empresa esta contratada pelo Santos FC, nada mais são da possibilidade que possam existir eventuais dúvidas, mas que tal magnitude não recaia na prospecção de parecer adverso ou abstenção de opinião.

No português claro:

o parecer adverso é o opinativo do auditor que afirma acerca das demonstrações contábeis fundadas como incorretas ou incompletas;

já o parecer com abstenção de opinião ocorre quando o auditor, com limitação significativa na extensão de seus exames, ou seja, do que analisou, não é possível ter certeza e impossibilita ao auditor expressar seu opinativo.

Neste mesmo sentido, as ressalvas apontadas pela auditoria contratada pelo Santos FC, em relação às contas de 2017, são relacionadas:

– à falta de confirmação dos valores registrados na contabilidade do clube, mas quando encaminhadas confirmações junto aos credores Doyen Sports Investiments (quase 40 milhões de reais), assim como da empresa DIS Esportes e Organização de Eventos (cerca de 6,5 milhões de reais). Ambas não responderam para confirmar se estas dívidas existem, conforme denotam os lançamentos contábeis do Santos FC;

– valores de honorários advocatícios não reconhecidos contabilmente pelo clube, mas que podem ser objeto de cobrança futuras como, por exemplo, um escritório que afirma ter direito a cobrar o valor em cerca de 15 milhões de reais;

– valor de quase dois milhões de reais em função de um trabalho efetuado pela empresa Quantum Solution Limited, pela negociação da venda do jogador Neymar, do Barcelona junto ao PSG, que o Santos FC teria direito como clube formador. Em síntese, a auditoria não conseguiu encontrar materialidade para que o serviço tenha ocorrido de fato.

É importante trazer à baila que, uma coisa é a empresa de auditoria considerar que os procedimentos contábeis são matérias a tal ponto que podem ser considerados verdadeiros, em regra, mas diferente é a análise crítica que o Conselho Fiscal fez nas contas de 2017 da gestão Modesto Roma, neste caso, não aprovadas pelo referido conselho que analisou qualitativamente.

INCERTEZA QUANTO À CONTINUIDADE OPERACIONAL. (risco de falência)

O opinativo da auditoria coloca em dúvidas, acaso as ações continuem sendo desenvolvidas como estavam até 2017, que o clube pode correr riscos de continuidade se não tomar medidas para o equilíbrio econômico-financeiro e patrimonial do Clube.

Em síntese, como toda pessoa jurídica nesta situação, a receita é simples: reestruturar seus custos de forma a diminuir seu custeio e reduzir o endividamento do clube.

Aqui falta transparência para a gestão atual no sentido de demonstrar como pretende fazer isso, pois o retrato dos problemas listados até 2017 todos conhecemos, mas queremos sim entender o que a nova gestão pretende fazer, de fato, trazendo quais as ações que reduzirão os números dos custos e do endividamento do clube.

Ademais, na realidade, se verificarmos os relatórios de auditoria do Flamengo, São Paulo, Avaí e Botafogo carioca, apenas para ficar nestes exemplos, encontraremos uma capitulação das auditorias que tratam do mesmíssimo assunto, ou seja, é muito comum tal divagação estar nos relatórios de auditoria e conclamamos a nação santista para que preste atenção naqueles órgãos de imprensa que insistem em informar tal problemática. Fica a seguinte pergunta: e os outros clubes?

O torcedor santista tem que cobrar sim, para que a gestão atual melhore a administração do clube, mas que tal problema operacional é relacionado na grande maioria dos clubes.

CONCLUSÃO

A auditoria, pelo menos no relatório referente ao exercício de 2017, não encontrou fraude ou erro e afirma isso com uma segurança razoável.

Mas iremos, nas próximas postagens, detalhar mais o balanço patrimonial de 2017 e discutir neste Blog o que está sendo de grande incerteza e certeza demandantes de debates neste espaço democrático.

Gihad Menezes

OAB/SP 300.608

CRC 1SP 220469/O-2

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Prezados amigos, tivemos acesso ao balancete do primeiro trimestre de 2018, obviamente é, extremamente, preocupante a realidade econômica do clube.

O Blog Soul Santista, sempre atento aos assuntos do clube, vem observando o comportamento da nova gestão e uma das teclas que eles mais batem é sobre uma redução de centenas de cargos e uma grande redução no custo administrativo, porém, não é isso que os números apontam, infelizmente.

Primeiramente, para traçar uma análise mais coerente, faz-se necessário desmembrar a folha salarial do administrativo e do futebol, para que não exista um desvio de foco na análise.

CUSTO ADMINISTRATIVO – CLT+AUTÔNOMOS

Na questão da folha salarial do Administrativo temos os seguintes números:

Novembro/17
CLT = 303 colaboradores ao custo de R$ 2.753.309,23

Autônomos = 269 colaboradores ao custo de R$ 236.807,32

TOTAL = 572 colaboradores ao custo de R$ 2.990.116,55

Março/18
CLT = 287 colaboradores ao custo de R$ 2.939.623,20

Autônomos = 37 colaboradores ao custo de R$ 79.650,36

TOTAL = 324 colaboradores ao custo de R$ 3.019.273,56

Os números demonstram que esse discurso “populista” de centenas de demissões pode não representar, absolutamente, nada, pois, não é tão relevante quantos são CLT,  quantos são autônomos ou quantos são ao todo, o que importa é quanto custa ao todo a folha administrativa. No epílogo, o custo aumentou em R$ 29.157,01, não obstante a redução de 248 postos.

O custo não só aumentou, mas em uma análise superficial, o quadro de colaboradores ficou com uma perspectiva pior, pois, segundo alguns depoimentos da gestão e visando conter custos, cargos migraram de CLT para PJ, assim sendo, qual o custo e quantos são PJ? Estima-se que hoje o custo do PJ esteja em torno de R$ 400.000,00, o que refletiria um o aumento de quase meio milhão de reais na folha.

Mais um detalhe, a redução da quantidade de autônomos pode não ser tão representativo quanto parece, pois, vários autônomos podem ser pagos a uma empreiteira, ou seja, você segue tendo custo do serviço, porém através de uma terceirizada, aliás, segundo apuramos, esse procedimento foi adotado para os monitores e orientadores em dias de jogos.

Enfim, diante do exposto acima, a expectativa que existia de enxugamento do quadro e, significativa, redução de custos acabou resultando em “mais do mesmo”.

CUSTO ESPORTIVO – ELENCOS PROFISSIONAL E BASE

Novembro/17
CLT = 126 colaboradores ao custo de R$ 1.306.637,74

Autônomos = 46 colaboradores ao custo de R$ 6.922.318,65

TOTAL = 172 colaboradores ao custo de R$ 8.228.956,39

Março/18
CLT = 109 colaboradores ao custo de R$ 1.287.429,44

Autônomos = 42 colaboradores ao custo de R$ 4.673.846,13

TOTAL = 151 colaboradores ao custo de R$ 5.961.275,57

O custo dos elencos apresenta uma redução de R$ 2.267.681,00

Faz-se necessário registrar que muitos contratos venceram em 31/12/17, o montante destes contratos soma R$ 1.110.000,00, este valor acabou, naturalmente, reduzido da folha salarial.

Portanto, o número real na redução da folha é:

R$ 2.267.681,00 apurada entre Nov/17 e Mar/18

(-) R$ 1.110.000,00 referente aos contratos encerrados em 31/12/17.

R$ 1.157.681,00 é o resultado alcançado pela nova gestão.

Caros amigos, na prática a redução de R$ 1,1 milhão não deve ser considerada real, pois nosso elenco não está pronto, temos algumas posições carentes. Imaginando ir ao mercado e contratar três jogadores para o meio de campo e um centroavante, certamente, estas peças irão custar mais de R$ 1,1 milhão e a tendência é a folha ter um aumento ao invés de uma redução. A folha salarial do elenco é diferente da administrativa, já que sofre diversas mutações durante a ano, assim sendo, antes de se propagar reduções, deve-se levar em conta que o número será real apenas após fechamento da janela do meio do ano, sendo mais justo comparar o período  de Nov/17 – Nov/18.

Os Números são frios, não obstante isso, o importante é analisar o contexto que envolve os números, o contexto reflete com muita mais eficácia os resultados de um período  que o simples resultado bruto de uma operação matemática, principalmente, os reflexos que teremos no curto e médio prazos.

Terminamos, mais uma vez salientando, que muito se fala e pouco resultado temos na prática, a perspectiva administrativa e no campo seguem nebulosas, o clube ainda espera por uma reviravolta administrativa e por reforços para voltar a apresentar um futebol digno de nossas tradições.

 

Abaixo segue o link do parecer que vazou em diversos grupos nas mídias sociais: __parecer orçamento 2018

 

Colaborou: Fabiano Reis

 

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Em greve com o bom futebol, Santos empata com Real Garcilaso e fica em primeiro no grupo da Libertadores

GREVE DE FUTEBOL

No dia da greve dos caminhoneiros, tudo parado na Vila Belmiro. Houve falta de abastecimento ao ataque santista e muita irritação por parte dos torcedores. O empate em 0 a 0 com o Real Garcilaso, em casa, deu ao Santos a primeira colocação no Grupo 6 da Libertadores, mas a sensação geral é de que o time não tem combustível para ir longe na competição sul-americana. O técnico Jair Ventura tem a popularidade cada vez mais em baixa entre os torcedores. O clima ao final do jogo foi de revolta, com protestos e vaias.

O QUE VEM POR AÍ

Classificado em primeiro (o Estudiantes venceu o Nacional por 3 a 1 e ficou com a segunda vaga), o Santos agora espera o sorteio dos confrontos das oitavas de final, marcado para o dia 4 de junho. Boca Juniors, Racing e Flamengo estão entre os times que podem ser o adversário do Peixe na Libertadores. Pelo Brasileirão, o Peixe joga domingo, contra o Cruzeiro, no Pacaembu.

Fonte: Globoesporte.com

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O Blog Soul Santista! está de casa nova, trocamos a plataforma e o servidor para oferecer uma estrutura muito melhor aos nossos leitores e seguidores.
Estamos em período de transição, o que pode acarretar alguma instabilidade, contamos com a compressão de todos.

A equipe Blog Soul Santista! espera seguir contando com o prestigio da nação Santista nesta nova etapa.

Forte abraço!
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Amigos santistas,

Ao vermos a repercussão que o tema (novo estádio) causou entre os santistas, nem precisamos fazer uma pesquisa para saber o quê é considerado prioridade ou ponto de atenção entre nós.

Portanto, convidamos a todos para analisarmos o que é necessário para que essa ideia (e outras que surgirem) saiam do papel, ou das telas de Whatsapp e afins.

Para os leitores que não tiveram acesso ao primeiro post, segue o link para melhor entendimento:

https://soulsantista.wordpress.com/2018/05/15/projeto-arena-santos-caninde/ 

1-O Santos comprar a ideia.

É necessário que as instâncias internas do clube reconheçam a importância e a prioridade que esse tema merece. Ao menos uma boa parcela das pessoas.

Entendemos que é muito difícil sair da estaca zero, quando uma boa parcela do grupo rema o barco em uma direção, e outra parcela rema em sentido contrário.

Após comprar a ideia (de que o projeto Canindé é interessante), aí entra o item 2:

2-Estudo da viabilidade jurídica do projeto.

Ao que se sabe, a Portuguesa tem muitos processos de execução em andamento, e seu estádio, recentemente foi objeto de tentativa de expropriação judicial.

Portanto, é imprescindível analisar qual o melhor caminho: ou arrematar o estádio em Hasta Pública, ou ajudar a executada (Portuguesa) a apresentar em Juízo um plano de recuperação financeira e pagamento das dívidas, a exemplo do que fez o Botafogo.

3-Escolha do projeto e estudo da viabilidade financeira do projeto.

Se o caminho escolhido for aquele da arrematação judicial, deve-se procurar um parceiro investidor para oferecer um lance razoável no Leilão. De repente, já negociar um “naming rights”, porque não?

Ressaltamos que no último leilão, o preço mínimo era de R$ 94 milhões (um valor pouco acima do que está sendo gasto com o Leandro Damião).

Se o caminho escolhido for o da parceria com a Lusa, aí é necessário reunir-se com eles para apresentar o projeto. Eles também precisam comprar a ideia.

Somente após tudo isso, começaremos a pensar em telas de led ou se vai ser coberto o novo estádio ou não, e a cor do revestimento das paredes.

Enfim, é um longo caminho e esperamos que as pessoas responsáveis tirem o bumbum da cadeira o corram atrás daquilo que é melhor para o clube.

Canindé

Perspectiva futura do estádio Canindé

E você. O que pensa sobre tudo isso?

* Colaborou: Ian Rocha

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Sai gestão entra gestão e a ladainha é a mesma. Um culpa o outro e o outro, por sua vez, culpa o um. E assim vamos… Na verdade, à parte dúvidas sobre a forma de gerir e a dúvida quanto à lisura desse ou daquele, ninguém consegue explicar razoavelmente como o clube que mais faturou com a cessão de direitos federativos de atletas – a maioria deles de atletas super valorizados – entre os clubes brasileiros, está na situação que se encontra atualmente. Não sei os números exatos, mas suponho que a dívida atual seja igual ou menor que o resultado operacional obtido nessas transações. Portanto, sem entrar no mérito ou fazer juízo de valor sobre os responsáveis pelas gestões onde isso ocorreu, a verdade que não quer calar é uma só: nunca vivenciamos um período tão absurdamente inexplicável em toda a existência da entidade. Porquê, se na época das vacas magras não havia recurso, o contrário vem ocorrendo de 2002 até os dias atuais. Conclusão: sem dourar a pílula, nome que se dá a isso é um só, incompetência. A despeito de visões e preferências políticas temos que vestir a carapuça e  aceitar definitivamente que por negligência fechamos os olhos para decisões equivocadas, permitimos, por omissão, que arremedos de visionários tomassem o clube por sua propriedade e fizessem dele gato e sapato. Assim, enquanto não fizermos o mea culpa, e aceitarmos humildemente que erramos ao assistir a tudo isso passivamente, o clube não sairá da situação em que se encontra. Atualmente, estamos diante da oportunidade de passar o clube à limpo, antes de prepara-lo para um salto à modernidade, com o advento do clube/empresa. Eis que surge mais uma oportunidade de separar o joio do trigo. Desta vez estará em jogo o futuro da agremiação. Qual será nossa escolha, sair da condição de clube pobre e carente de recursos e transforma-lo numa grande e bem sucedida empresa, ou remediar, nos contentando com a condição de pequena empresa, cujo futuro sempre estará na dependência do que sobrar das maiores? Se colocarmos o perdão à frente da razão, ao aceitar passivamente que os mesmos de sempre decidam por nós, não sairemos do mesmo lugar.

Alea jacta est.

* Colaborou: Reginaldo Perna
 
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