Promessas no Processo Eleitoral

Segue link da nossa última live:

Prezados Santistas,

Tendo em vista que o processo eleitoral se avizinha, gostaríamos de convidá-los a refletir sobre aquilo que realmente importa na hora de escolher o nosso candidato a presidente do Santos.

Antes um parêntese.

Que bom que podemos falar abertamente de eleições por aqui, pois se esse post fosse publicado alguns meses atrás, seríamos tachados de politiqueiros ou que não estávamos conformados por nosso candidato não ter ganho a eleição, e blá, blá, blá.

De novo: nada como o tempo para demonstrar que nossas críticas eram mais do que justificadas.

Aqueles que nos patrulhavam pelas críticas que eram feitas por aqui, hoje temos que moderar seus comentários que eventualmente saem do tom.

Então: voltando ao tema do post.

Na nossa opinião, “promessas de campanha” representam a última coisa que o eleitor deve levar em conta na hora de escolher seu candidato.

Prometer, qualquer um promete. Ou como diz o outro: falar, até papagaio fala.

Que o santista que for votar em dezembro observe o que fez o candidato em sua vida profissional, e se sua formação acadêmica é adequada ao cargo em questão. Diga-se de passagem, o candidato e os membros do seu CG.

Por exemplo: se eu levei à falência uma ou duas empresas na minha vida profissional, como poderei dizer que serei um bom administrador para o Santos?

Ou então: se eu não consegui administrar, sequer, o meu orçamento pessoal, como posse dizer que serei bom para o clube?

Portanto meus caros, sugerimos que risquem de suas listas aqueles que não administraram nada de relevante em suas vidas profissionais, ou aqueles que “não têm um gato para puxar pelo rabo”.

Como diz o profeta de sandálias: “o Santos não é para amadores” e “de boas intenções o inferno está cheio”.

Essas frases aplicam-se bem na mensagem que queremos deixar.

Agora: isso é garantia de que o candidato de currículo será um sucesso?

Respondemos: absolutamente!

Na verdade, isso significa fazer diferente; mudar a estratégia das últimas escolhas que fizemos ao eleger pessoas, ou sem currículo, ou com currículo de perfil que não aquele ideal para um presidente de clube.

A estratégia anterior levou o nosso clube a situação que estamos vendo.

Moral da história: vamos fazer diferente desta vez para ver se acertamos?

É isso que o Blog Soul Santista acredita!

E para finalizar, para vocês “sentirem o drama”, reproduzimos a seguir uma matéria publicada no site da Jovem Pan, com algumas promessas feitas pelo ex-presidente durante o último processo eleitoral.

Pedimos que leiam as promessas, e pensem na situação atual do nosso clube.

Vejam até que ponto as promessas adiantam de alguma coisa.

https://jovempan.com.br/esportes/futebol/rival-de-modesto-quer-50-dos-jogos-no-pacaembu-conheca-propostas.html

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Se eleito, o principal candidato da oposição fará com que o Santos mande pelo menos 50% dos seus jogos no Pacaembu a partir de 2018. Ousada, a proposta foi revelada pelo próprio José Carlos Peres, em entrevista exclusiva ao repórter Raphael Thebas, da Rádio Jovem Pan.

A minha proposta parte de uma divisão de 50% dos jogos no Pacaembu e 50% na Vila Belmiro. À medida que o tempo passar, a gente vai flexibilizar essa divisão de acordo com a presença de público. Já dizia Milton Nascimento: “o artista vai aonde o público está”.

José Carlos Peres tem 69 anos e é empresário. Figura importante da política santista, já foi gerente de marketing internacional do clube e perdeu para Modesto Roma Júnior no último pleito presidencial alvinegro, em 2014. Na ocasião, ele ficou na segunda posição e foi derrotado por apenas 2% dos votos válidos.

Além dele, o próprio Modesto e o também oposicionista Andrés Rueda já confirmaram candidatura às eleições de 9 de dezembro. O vencedor ficará na presidência do Santos por três anos, ou seja, até dezembro de 2020.

Nessa entrevista exclusiva à Jovem Pan, Peres revela o que pretende colocar em prática caso seja eleito. Além de defender que o Santos jogue mais vezes no Pacaembu, o oposicionista é contra a construção de uma arena na Baixada e tem um projeto para zerar as dívidas do clube. A criação de um Centro de Treinamento mais moderno para os times de base é outro plano.

Objetivo é “consertar o Santos”

Eu vejo a próxima eleição como a oportunidade de consertamos o Santos, de colocarmos o clube na posição em que ele merece. Nós temos vários propostas. Os pilares são transparência e reputação. É importante que o Santos recupere credibilidade no mercado e tenha um Comitê Gestor forte e responsável”.

Foco nas categorias de base

As nossas equipes de base não têm um Centro de Treinamento adequado, e nós vamos providenciar um CT moderno, à altura de todas as nossas revelações. A intenção é de que o Santos volte a ser uma fábrica de jogadores.”

Dívida zero

Hoje, o Santos tem uma dívida de cerca de R$ 500 milhões, que nós temos de encarar e fazer um planejamento para zerá-la… Nem que, para isso, coloquemos uma ‘trava’… Por exemplo: se um gestor assumir o clube com R$ 300 milhões em dívidas e deixá-lo com R$ 320 milhões, ele será responsabilizado a pagar esse excedente de R$ 20 milhões. Essa é uma das nossas principais propostas.”

Aproximação com os sócios

Os sócios do Santos, hoje, são muito maltratados. Não há hospitalidade alguma, seja nos jogos na Vila Belmiro, seja nos jogos no Pacaembu. O Santos é a terceira marca mais conhecida no mundo… Não podemos maltrata-la.”

Mais jogos no Pacaembu

A nossa proposta parte de uma divisão de 50% dos jogos no Pacaembu e 50% na Vila Belmiro. À medida em que o tempo passar, a gente vai flexibilizar essa divisão de acordo com a presença de público. Já dizia Milton Nascimento: ‘o artista vai aonde o público está’. Portanto, não temos outra alternativa a não ser buscar receitas, e o Pacaembu é uma grande fonte de receitas para o Santos. Temos média de público de cerca de 20 mil pessoas no estádio, sem contar a maior exposição da marca e o aumento de torcida. São três fatores primordiais para o crescimento do clube. Mas não vamos esquecer a Vila Belmiro, porque lá é a nossa ‘Meca’.”

Sem arena em Santos

Eu sou contra a construção de uma arena em Santos. É pensar muito pequeno… Hoje, a média de público em Santos é de 7 mil torcedores. Não dá para imaginar uma arena para 7 mil pessoas por jogo, porque senão vamos tomar prejuízo e criar um elefante branco. O que enxergamos pela frente é uma Vila Belmiro arrumadinha, para receber alguns jogos, e o Pacaembu como um parceiro importante. E, quando eu falo do Pacaembu, imagino o seguinte: nós temos de negociar com a Prefeitura de São Paulo e com um grande parceiro, mas não dá para falar disso agora. Primeiro, temos de criar essa oportunidade para, aí sim, viabilizar o que for apresentado. A princípio, nós vamos mandar 50% dos jogos na Vila e 50% no Pacaembu… Lá na frente, pensamos numa arena”.

Críticas à atual gestão

O Santos perdeu muito dinheiro durante esse tempo… Esperou dois anos e meio para jogar no Pacaembu, por exemplo. O clube, hoje, está mergulhado em uma dividia gigantesca, e nada foi abatido. O Santos precisa pensar no futuro, e não será com essa gestão, que já teve a sua oportunidade, que vai melhorar. O clube precisa de mais transparência, modernização e de uma gestão mais avançada. No meu entender, isso está muito distante da atual gestão”.

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Santos se reabilita diante do Coritiba fora de casa

O Santos se aproximou ainda mais da disputa pela liderança do Campeonato Brasileiro. O Peixe venceu o Coritiba por 2 a 1, neste sábado, no Couto Pereira. Kaio Jorge e Soteldo, de pênalti, marcaram ainda no primeiro tempo – Giovanni Augusto descontou na etapa final.

A vitória em Curitiba coloca o Santos com 27 pontos, quatro abaixo de Atlético-MG, Internacional e Flamengo – todos com jogos a menos que o Peixe. O time enfrenta o Defensa y Justicia, da Argentina, terça-feira, às 19h15, na Vila Belmiro, pela fase de grupos da Copa Libertadores. Pelo Brasileirão, pega o Fluminense, domingo, às 16h, no Maracanã.

Primeiro Tempo

O Santos aproveitou os espaços na defesa do Coritiba para abrir o placar aos cinco minutos. Kaio Jorge se antecipou à marcação após cruzamento da esquerda e desviou sem chances para Wilson. O Coxa ficou mais tempo com a bola, mas não conseguiu ser efetivo. Na primeira chance, aos 16, Rodrigo Muniz cabeceou, e o goleiro João Paulo fez linda defesa. Os paulistas chegaram ao segundo gol aos 26. Pituca chutou, e a bola explodiu em um dos braços de Hugo Moura na área. Com o auxílio do VAR, o árbitro marcou pênalti. Soteldo bateu com cavadinha e fez 2 a 0. Aos 43, Giovanni Augusto ainda carimbou a trave santista.

Segundo Tempo

Com o placar adverso, o Coritiba teve muita dificuldade para pressionar na volta do intervalo. Cuca também tratou de fechar o time no campo de defesa e tentar explorar os contra-ataques. Robson, em um chute/cruzamento, chegou a assustar. Neilton, que acabara de entrar, perdeu boa chance ao finalizar na área. O Coxa, enfim, descontou aos 28 em lindo chute de Giovanni Augusto no ângulo esquerdo de João Paulo. Jorginho ainda colocou Ricardo Oliveira em campo nos minutos finais para tentar sufocar. Mas não adiantou. Bem fechado, o time paulista evitou a pressão e segurou a vitória.

Fonte: globoesporte.com

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