O Santos assumiu a liderança
do Campeonato Brasileiro ao vencer por 1 a 0 o clássico contra o Corinthians,
nesta quarta-feira, na Vila Belmiro. A vitória saiu dos pés do atacante Eduardo
Sasha, agora artilheiro da competição, com cinco gols. Pouco utilizado
no início da temporada, o atacante tem ganhado espaço na equipe e agora aparece
como artilheiro do Brasileirão, com cinco gols, ao lado de Gabigol, do
Flamengo. Foi o terceiro jogo consecutivo do Santos no torneio com gol dele.
Com 20 pontos, o Santos
torce agora por um tropeço do Palmeiras, segundo com 19, contra o lanterna
Avaí, quinta, em São Paulo, para se manter em primeiro – o rival ainda pode
somar outros três pontos caso o resultado da partida contra o Botafogo seja homologado.
Primeiro Tempo
O Santos tentou acelerar o jogo nos
primeiros minutos, mas encontrou um Corinthians com bom posicionamento e bem
menos defensivo do que nas semifinais do Paulistão. O Peixe assustou em dois
chutes de Jean Lucas, enquanto o time de itaquera, mesmo tocando a bola com
paciência, chegou apenas em um cruzamento de Danilo Avelar que quase enganou
Everson. Os santistas cresceram quando passaram a explorar as laterais. Aos 26,
Manoel evitou a finalização de Sasha após cruzamento da direita. Jorge, aos 38,
levou perigo em cabeceio na área. Marinho, aos 43, também deu trabalho pela
direita ao passar por Avelar e bater próximo ao gol.
Segundo Tempo
O Santos voltou com mais
velocidade e aumentou a pressão, sem deixar o time do Parque São Jorge jogar. O
gol do Peixe saiu aos 14 minutos. Após boa jogada entre Soteldo e Jorge, Sasha
finalizou forte no canto esquerdo de Walter para abrir o placar. A desvantagem
obrigou Carille a mexer no ataque com a entrada de Everaldo na vaga de Jadson e
de Gustagol no lugar de Ramiro. Mas de nada adiantou. O time itaquerense parou
na marcação e nem sequer criou chances para empatar. Sasha ainda carimbou a
trave em lindo chute da entrada da área já nos acréscimos.
Rodrygo se despede do Santos
Depois de conceder uma entrevista coletiva, à tarde, o atacante Rodrygo foi à Vila Belmiro para dar adeus aos torcedores. Negociado com o Real Madrid, o jogador de 18 anos não pôde atuar por conta do imbróglio com a CBF pela convocação à seleção brasileira sub-23. Ele viajará à Europa nos próximos dias para se apresentar ao novo clube.
Próximo jogo
Com a paralisação pela Copa
América, o Santos visita o Bahia, no dia 14, em Salvador. O horário ainda será
determinado pela CBF.
Eliminado pelo Atlético-MG na
Copa do Brasil, na última semana, o Santos se vingou neste domingo. Com uma boa
atuação, principalmente no primeiro tempo, o Peixe venceu o Galo por 3 a 1, na
Vila Belmiro, e roubou do adversário a vice-liderança do Campeonato Brasileiro.
O VAR entrou em ação na marcação de um pênalti depois que a bola tocou no braço
do lateral-esquerdo Fábio Santos no fim do primeiro tempo
Classificação
A vitória coloca o Santos na
segunda posição, com 17 pontos, dois abaixo do líder
Polêmica com o VAR
O árbitro Dewson de Freitas
assinalou aos 46 minutos do primeiro tempo um pênalti para o Santos ao ver nas
imagens um toque no braço de Fábio Santos em cabeceio de Sasha. A marcação
aconteceu três minutos depois da jogada ter acontecido. Os atleticanos se
preparavam para uma cobrança de escanteio quando o juiz foi até a beirada do
campo avaliar o lance anterior.
Primeiro tempo
O Santos foi para cima logo no
início. Com menos de um minuto, Jean Lucas recebeu cruzamento de Jorge na área
e bateu forte para ótima defesa de Victor. Com trocas rápidas de passes, o
Peixe continuou em cima e chegou a carimbar a trave em chute de Marinho de fora
da área. O Atlético-MG teve muita dificuldade para segurar a bola e escapar do
sufoco. Tanto que, até aos 19 minutos, o time da casa havia finalizado nove
vezes contra nenhuma dos mineiros. Os santistas chegaram ao gol aos 38 minutos.
Jean Mota cobrou falta e Eduardo Sasha, de costas para o gol, desviou no canto
direito de Victor. O Peixe aumentou aos 46. Quase três minutos depois, já com a
bola posicionada para um escanteio do Galo, o árbitro Dewson de Freitas marcou
pênalti em toque de Fábio Santos com o braço na área. Jean Mota bateu e fez o
segundo.
Segundo tempo
O Santos quase aumentou o
placar, aos sete, depois que Sasha recebeu de Soteldo e chutou com perigo. O
Atlético-MG voltou mais ofensivo, forçando a marcação sobre a saída de bola
rival. Ricardo Oliveira, aos 13, parou em grande defesa de Éverson ao subir de
cabeça entre os zagueiros. O Peixe poderia ter aumentado quando Jean Mota
recebeu na área e acertou a trave. No minuto seguinte, aos 25, três depois de
entrar, Alerrando recebeu na área e bateu na saída do goleiro para descontar.
No momento em que o Galo crescia, o Santos fechou a partida aos 36. Sánchez
acertou linda cobrança de falta no ângulo esquerdo de Victor e fez um golaço. O
mesmo Sánchez e Soteldo ainda tiveram duas chances claras para aumentar, mas
desperdiçaram.
Torcida do Santos protesta
Antes do início da partida,
integrantes de uma torcida organizada ligada ao Santos fizeram um protesto em
frente aos portões da Vila Belmiro. O principal alvo foi o presidente José
Carlos Peres.
Público e renda
Público
total: 5.794 torcedores
Renda: R$
199.730,00
Próximo jogo
O Santos faz o
clássico contra o Corinthians, quarta-feira, às 21h30, na Vila Belmiro.
Infelizmente, o Santos despediu-se da Copa do Brasil 2019 nesta noite, mas o que faltou?
Difícil pontuar o que faltou, certamente não foi transpiração, isso sobrou, no entanto, futebol não se resume a força, vontade, superação, etc, futebol necessita precisão, frieza e técnica, esses predicados aliados aos demais é que fazem um time ser mortal.
O SFC começou a partida contra o Galo de forma espetacular, encurralou o rival e golpeou até conseguir o primeiro “knock down”, gol de Gustavo Henrique, vantagem justa. Adversário tonto, mas, valente. Perdemos o impeto, e o time mineiro começou a tomar conta do jogo, dominando o terço final da primeira etapa até devolver o “knock down”, gol de Chara, após uma saída desnecessária do Everson. Fim da primeira etapa e jogo empatado.
Na segunda etapa, de cara Sampaoli trocou Aguilar por Jean Motta, o time foi, insanamente, ao ataque, porém como o Galo tinha um contra golpe encaixado e funcional, o combate virou uma intensa trocação de golpes, chances de ambos os lados, eis que, veio “knock out”, Geuvânio (olha ai a maldição do ex) deu assistência e Chara aplicou o golpe fatal, Galo 2×1 e classificado. Mais uma vez, agredimos como nunca e deitamos na lona como sempre, pelo menos nos últimos anos.
Mas e o que faltou?
Frieza para definir o lance, em jogos assim, tem que ser cirúrgico.
Precisão na tomada de decisão, Marinho e Soteldo, embora habilidosos, chutam quando tem que passar e passam quando tem que chutar.
Acionar o centroavante, hoje que tinhamos um definidor na área, os jogadores resolveram chutar de média e longa distância, aliás, exceto um bom arremate do Jean Lucas, como essa turma erra chute.
Inteligência para baixar os ingressos e lotar o estádio.
Planejamento, assim como em 2018, vamos chegando ao meio da temporada e o elenco ainda não está montado.
Rodrygo, este assunto nem dá para comentar, tamanha a aberração do tema.
Como último apontamento, falta um time com cara de vitória, ainda temos no elenco alguns jogadores que cheiram a derrota, que imploram pela Vila Belmiro e que não representam nossa camisa.
Resta agora o Brasileirão, que a diretoria termine, finalmente, de montar o elenco, que o Sampaoli deixe só de encantar e passe a vencer também, principalmente, os jogos decisivos.
FICHA TÉCNICA
SANTOS 1 X 2 ATLÉTICO-MG
Estádio: Pacaembu, em São Paulo (SP) Data/hora: 6/6/2019, 20h (de Brasília) Árbitro: Bruno Arleu de Araujo (RJ) Assistentes: Luiz Claudio Regazone (Fifa) (RJ) e Michael Correia (RJ) Renda/público: R$ 828.709,00/16.857 torcedores Cartões amarelos: Jean Lucas, Soteldo (SAN) e José Welison, Adilson, Lucas Veríssimo, Fábio Santos (CAM) Cartão vermelho: – GOLS: Gustavo Henrique 5’/1ºT (1-0), Chará 36’/1ºT (1-1) e Chará 39’/2ºT (1-2)
SANTOS: Everson, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Felipe Aguilar (Jean Mota intervalo), Gustavo Henrique e Jorge; Diego Pituca, Jean Lucas e Carlos Sánchez (Soteldo 15’/2ºT); Marinho e Uribe (Eduardo Sasha 31’/2ºT). Técnico: Jorge Sampaoli. ATLÉTICO-MG: Victor, Patric, Réver, Igor Rabello e Fábio Santos; José Welison (Adilson 18’/2ºT), Elias e Luan (Geuvânio 30’/2ºT); Cazares, Chará e Ricardo Oliveira (Alerrandro 21’/2ºT). Técnico: Rodrigo Santana.
O comentário Pós-Jogo (Santos 1 x 0 Ceará) foi incluído ao final do texto atual.
Salve Nação Santista,
Embora um assunto que foge ao futebol não seja bacana, o Blog Soul Santista não poderia deixar de abordar o tema em questão, primeiro por primarmos em manter o torcedor bem informado, segundo pela importância do tema.
O Torcedor gosta mesmo é do assunto campo e bola, mas…
Vamos analisar o balanço de forma simples, destacando os pontos que, em nosso ponto de vista, sejam mais importantes e de fácil compreensão, visando deixar o texto o mais leve possível.
Primeiro, cabe salientar que nas últimas décadas, as palavras “resultado” e “déficit” caminharam juntas no SFC, no entanto, não é normal uma empresa conviver, constantemente, com resultados negativos. Algo precisa mudar, não é mesmo? Digamos que seja óbvio.
Mas como mudar? Conceitualmente, a primeira grande distorção que podemos verificar no SFC é que as despesas ordinárias não são compatíveis com as receitas ordinárias, assim sendo, ou reduz-se despesas ou aumentam-se receitas. Como ambas as soluções só trazem resultados fruto de muita capacidade administrativa, austeridade e criatividade, os gestores ao longo dos últimos anos preferem usar outra ferramenta, que são as receitas extraordinárias, provenientes de venda de jogadores, luvas contratuais, dentre outras, lembrando, que como tais receitas podem ou não materializar, a tendência é: se algo der errado, o resultado será negativo.
Falando mais especificamente do balanço financeiro do clube recém-publicado, vamos abordar custo do futebol, custo do quadro administrativo e custo do Comitê Gestor (CG). Os demais custos são menos representativos e poderão ser consultados no link ao final do texto.
Folha de pagamento do futebol (todas as categorias):
Trata-se, obviamente, do custo mais representativo do clube. Aqui podemos notar a grande distorção entre receitas x despesas ordinárias. Pelo quanto o SFC gasta, fica nítido o desequilíbrio:
CLT + Direito de imagens (Desp. Ordinária): R$ 36,5 milhões (trimestre) Pagto. de Direitos e Luvas/comissões (Desp. Extraordinária): R$ 8,1 milhões (trimestre).
Total com futebol: R$ 44,7 milhões (trimestre)
Neste mesmo trimestre tivemos R$ 36,5 milhões de receitas recorrentes, portanto, nossas receitas ordinárias são suficientes apenas para pagar o time de futebol, esse é o dado mais importante.
Custo administrativo (CLT+PJ):
Como não adianta baixar o CLT aumentando o PJ e vice-versa, vamos abordar os dois juntos, acreditem, nosso custo é muito alto, cada 2,5 meses da máquina administrativa equivalem a uma folha de pagamento do futebol, surreal! Vamos aos números:
CLT: O custo declarado foi de R$ 3 milhões (trimestre) PJ: Custo de R$ 1,9 milhões (trimestre) Total: R$ 4,9 milhões (trimestre).
A máquina segue sobrecarregada, até quando a baleia suportará?
Comitê Gestor (CG):
Embora o custo do CG não seja tão representativo, é curioso entender como se gasta a quantia de R$ 683.000,00 no trimestre, sobretudo, partindo do principio que os componentes do CG não são assalariados.
Para efeito de comparação, o departamento de comunicação, mesmo contendo colaboradores CLT e PJ na composição gastou R$486.000,00, um valor bem inferior.
O custo do CG mensal está na casa de R$ 227.666,66, mantendo a média de gasto no transcorrer de 2018 que foi na casa do R$3 milhões/ano. Para um melhor entendimento, o CG é composto por 7 membros, mais o vice presidente e o presidente do clube, portanto, 9 membros ao todo, porém, hoje, o vice está afastado e temos 8 membros em atividade.
Analisando apenas os números, sem as explicações pertinentes, podemos concluir que cada membro do CG custa por mês R$ 28.458.332,50 (R$227.666,66 / 8), por coincidência, um valor próximo ao que alguns colaboradores do alto escalão do clube recebem.
Receitas:
O clube obteve neste trimestre: Recorrentes: R$36,5 milhões Extraordinárias: R$23,8 milhões Total: R$60,3 milhões
O Total de receitas mostra que não prosperamos muito neste quesito, portanto, ou reduzimos as despesas ou lá em dezembro estaremos discutindo mais um déficit anual.
O SFC gasta mais do que arrecada no que se refere ao fluxo recorrente, isso é indiscutível.
Finalizamos, salientando que o objetivo do post não é analisar, tecnicamente, o balanço, e sim destacar, na nossa visão os principais pontos.
SANTOS VENCE O CEARÁ E ASSUME A LIDERANÇA DO BRASILEIRO
Num Castelão lotado, o Santos se mostrou um visitante indesejado e venceu por 1 a 0, gol de Eduardo Sasha, aos 6 minutos do segundo tempo. Com o resultado, o Santos pulou para 14 pontos, assumindo a liderança do Brasileirão ao menos de forma provisória. O Ceará perde a chance de colar nos líderes e fica com nove pontos, numa posição intermediária na tabela.
Vitória mesmo com desfalques
Além de Soteldo, Pituca e Gustavo Henrique, suspensos, o Santos não pôde contar com Rodrygo. O atacante chegou a viajar com a delegação para Fortaleza, mas a CBF não o liberou para jogar, já que ele foi convocado para representar a seleção brasileira no Torneio de Toulon.
Uribe e Marinho
Completando cinco meses de Santos neste domingo, o técnico Jorge Sampaoli ganhou dois reforços durante a semana: os atacantes Uribe (ex-Flamengo) e Marinho (ex-Grêmio). O primeiro foi titular, não teve boa atuação e foi substituído por Alison aos 22 da etapa final. O segundo começou no banco de reservas e entrou aos 34 da etapa final, no lugar de Eduardo Sasha, e quase deixou sua marca – Diogo Silva fez ótima defesa.
Primeiro tempo
Os primeiros 45 minutos foram de pouca emoção. O Santos teve mais a posse de bola, como de costume (71% contra 29%), mas não produziu nenhum perigo ao gol de Diogo Silva. Pelo contrário: foram só duas finalizações, ambas para fora. Já o Ceará foi muito mais objetivo com a bola nos pés. Apostando nos contra-ataques, o Vozão chegou a assustar seu ex-goleiro Éverson em cabeçada de Bergson e chute de Thiago Galhardo.
Segundo tempo
Com Felipe Jonatan (outro ex-Ceará) no lugar de Copete, que teve atuação ruim no primeiro tempo, o Santos melhorou e abriu o placar aos 6 minutos numa bela jogada: Jean Mota lançou Felipe Jonatan em profundidade, e o lateral tocou para Carlos Sánchez, que cruzou na medida para Eduardo Sasha aparecer por trás da zaga. Sasha ainda teve nova chance para ampliar aos 10. Aos 16, o Ceará quase empatou com Thiago Galhardo, que tentou um chute de cobertura, aproveitando saída ruim de Éverson, e acertou o travessão. Foi a melhor chance do Ceará no jogo todo.
Estatísticas
Posse de bola: Ceará 40% x 60% Santos Finalizações: 15 x 10 Chance real de gol: 6 x 4 Faltas: 14 x 21 Passes errados: 16 x 24 Passes certos: 162 x 329
O que vem por aí
Na próxima rodada, o Santos pega o Atlético-MG, domingo, na Vila Belmiro. Antes, o Peixe joga pela Copa do Brasil, quinta-feira, no Pacaembu, também contra o Galo (na partida de ida, empate em 0 a 0).
Nos últimos dias temos visto algumas notícias que sinalizam possíveis novidades na vida do clube, dentro e fora de campo.
O detalhe é que recebemos alguns feedbacks bastante antagônicos a respeito da atuação do Blog Soul Santista! Por isso, achamos por bem fazer alguns esclarecimentos.
Inicialmente, sabemos que existem dois grupos de torcedores na Internet e redes sociais.
1-Defensores da atual gestão
2-Críticos ou opositores da atual gestão
O interessante é que somos criticados por alguns por sermos considerados “do contra”, e ao mesmo tempo (por outros), por sermos muito neutros ou por ficarmos “em cima do muro” e “pegarmos leve” nas críticas ao clube.
Qual a posição do Blog:
Nosso posicionamento é o de evitar o comportamento insano e obsessivo de extremistas.
E quem são os extremistas?
1-São os que acham a atual gestão maravilhosa, que nunca erram em nada e que todas as decisões dos gestores são acertadas.
2-São aqueles incapazes de reconhecer qualquer ação positiva promovida pela direção do clube. Que tudo não presta, e que o Santos tem o pior elenco do século e blá blá blá.
Por isso, reforçamos e esclarecemos que o Blog Soul Santista! tem o cuidado de ser coerente e de não cair nesse buraco dos insanos e melindrados.
Uma gestão de clube de futebol, por mais que seja boa, não será perfeita, e por mais que seja ruim, terá acertos.
Tirando a gestão do distinto Sr. Odílio, todas as outras gestões que temos notícia, tiveram pontos positivos e negativos.
Se o blog viesse aqui para criticar a reforma da Vila Belmiro (pré-retrofit), a contratação do Sampaoli, ou o esforço da diretoria para trazer reforços, seríamos insanos e este blog viraria um personagem folclórico, assim como o comentarista que tem como marca registrada a frase: “#eu avisei”.
Da mesma forma, se a gente viesse aqui para elogiar o estadista que temos à frente do clube (que sequer se entende com seu vice e ex-integrantes do comitê gestor), considerando este gestor um dos melhores do mundo e que o clube está no caminho certo para se tornar um Real Madrid das Américas, também seríamos insanos.
Não adianta virem aqui dizendo que o Sr. Peres pagou dívidas da gestão anterior, enquanto o clube contrata o Cueva para ser pago pela próxima gestão. Simples assim.
Ou então vir aqui criticar a contratação do Uribe, sem o cara nem ter entrado em campo.
Uma coisa ou outra seria algo absurdo e insano, na nossa humilde opinião.
Isto posto, pedimos que todos se esforcem para ser o mais coerente possível, diante desse momento de turbulência que vive o nosso clube.
Para finalizar, deixamos duas reflexões aos amigos do blog:
1-Se até a NASA teve dados sigilosos vazados no site Wikileaks, especificamente quanto a projetos de foguetes, vocês acham que existe algum sistema de voto à distância 100% seguro, a prova de falhas?
2-Tão odioso quanto acusar alguém de improbidade administrativa com base em provas e evidências falsas, é alguém ser omisso diante de atos de gestão fraudulenta.
Infelizmente, diante de um bom público na Vila Belmiro, o SFC não teve uma boa atuação e ficou somente no empate contra o Inter-RS, no entanto, analisando, friamente, a partida, acabou sendo um bom resultado.
O Santos fez um primeiro tempo muito ruim, nosso sistema de jogo sucumbiu, diante da excelente marcação do colorado, que, surpreendentemente, atuou com a linha de marcação bem adiantada e roubou inúmeras bolas em nossa saída de jogo, inclusive, em uma dessas retomadas o Vanderlei fez a melhor defesa do jogo em jogada do Guerrero e, no lance seguinte, o time gaúcho fez um gol bem anulado, em resumo, primeiro tempo embolado em que levamos um sufoco em casa.
No segundo tempo, no primeiro terço o panorama não melhorou, marcação agressiva do rival e nosso time errando demais. Somente à partir do segundo terço é que passamos a jogar, ainda que sem conseguir domínio territorial, tudo muito embolado e chances bastante esporádicas, como em um belo chute do Pituca. Entraram no SFC Sasha, Kaio Jorge e Cueva, aliás, No terceiro terço da segunda etapa, curiosamente, após a entrada do Cueva o time conseguiu, enfim, alguma superioridade.
Neste trecho final do jogo teve o lance mais importante, Rodrygo, que não esteve em bom dia, tabelou com Cueva, invadiu a área e sofreu pênalti, comemorações, beijos do Sasha no Rodrygo, mas, o VAR dedurou ao arbitro de campo que acabou anulando a falta. Lance discutível, pois, como qualquer atacante, o Rodrygo deu aquela atrasada na passada, no entanto, é fato, que foi atropelado pelo imprudente defensor, assim sendo, nessa, o VAR também errou, pois, fosse fora da área, nenhum juiz deixaria de marcar a falta.
Enfim, pelo conjunto da obra o empate acabou sendo justo. Para a turma que fica no ouvido do Sampaoli contando histórias que a Vila Belmiro ganha jogo, deveria dar um tempo e que o argentino entenda que, mesmo mística, a Vila não tem poder de influenciar no resultado.
Palmas para a atitude do Rodrygo, que diante, na negativa de dispensa feita pelo SFC na CBF, teve a coragem de peitar o sistema e pediu ele a dispensa, visando atuar mais alguns jogos pelo time do coração. Clap! Clap! Clap! Rodrygo!
Ficha Técnica
SANTOS 0 x 0 INTERNACIONAL Local: Vila Belmiro, em Santos (SP) Data: 26/5/2019 – 16h Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR) Assistentes: Bruno Boschilia (FIFA) e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR) Público/Renda: 12.756 presentes/R$ 479.440,00 Cartão Amarelo: Jean Lucas, Diego Pituca, Soteldo, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Sampaoli (SAN), Bruno, Nico López, Rafael Sobis, Emerson Santos e Odair Hellmann (INT)
SANTOS Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Jorge; Diego Pituca, Jean Lucas, Jean Mota (Kaio Jorge, 25’/2ºT), Carlos Sánchez (Eduardo Sasha, intervalo) e Soteldo (Cueva, 17’/2ºT); Rodrygo. Técnico: Jorge Sampaoli. INTERNACIONAL Marcelo Lomba; Bruno, Emerson Santos, Víctor Cuesta e Iago; Rodrigo Lindoso, Edenilson (Ritchely, 24’/2ºT), Nonato e Guilherme Parede; Nico López (Pottker, 29’/2ºT) e Paolo Guerrero (Rafael Sobis, 31’/2ºT). Técnico: Odair Hellmann.
MELHORES MOMENTOS
CLASSIFICAÇÃO (Até 26/5 – 18:30hs) 1. Palmeiras – 16pts 2. Atlético MG – 12pts 3. São Paulo – 11pts 4. Santos – 11pts 5. Flamengo – 10pts
A maioria dos times nascem do futebol amador, com 11 jogadores, alguns uniformes, bolas e um campo para jogar.
À medida que o time vai crescendo, surge a necessidade de ter áreas de administrativas e de suporte, cuja missão é a de dar sustentação para o “negócio principal”, que se resume nos 11 jogadores que entram em campo.
Isso é algo que não muda, independentemente do local e da época.
Partido da premissa que a razão de ser dos times de futebol são as vitórias e a conquista de títulos, na prática o cenário muda um pouco, à medida que são dadas aos clubes “outras missões”, tais como: ser o RH de sua cidade ou ser obrigado a sustentar centenas de pessoas.
Quantos milhões de reais são gastos em salários administrativos, o tal de headcount?
De acordo com o último balanço financeiro divulgado pelo Santos em seu portal da transparência, foram gastos mais de R$ 50 milhões de reais em 2018, cerca de 25% do total gasto pelo clube no ano.
Vejam vocês que até mesmo comprinhas de itens pessoais são custeadas por alguns clubes!
Parte do dinheiro que o time arrecada em venda de jogadores, bilheteria, receitas de TV e publicidade é usado para sustentar “a máquina”.
Mais ou menos como um carro 1.0 com alguns sacos de cimento no porta-malas, com ar-condicionado e direção hidráulica, subindo a Anchieta.
A partir desta realidade, o que pode ser feito para azeitar a máquina?
Na opinião deste blog, os clubes devem trabalhar para ter uma estrutura enxuta, com salários de mercado e com funções absolutamente necessárias para manter funcionando o time de futebol (profissional, base e feminino), com eficiência e com menor custo possível, pois cada real gasto no administrativo pode vir a fazer falta no futebol.
Dentro desse raciocínio, entendemos que a terceirização pode ser uma alternativa a ser considerada, principalmente em áreas como jurídico, departamento pessoal, TI, publicidade, manutenção e contabilidade.
Mais ou menos o que os clubes já fazem com o fornecedor de uniformes.
Tirando alguns “gênios” que optam por produzir seu próprio material esportivo, a maioria dos clubes de futebol compram esse item de empresas de mercado, ou seja, terceirizam a produção dos uniformes.
Isso é algo que existe no futebol, basta ver que o time do Bragantino optou por terceirizar-se de “corpo e alma” à empresa Red Bull.
Nossa ideia não é tão radical assim. Seria somente uma terceirização administrativa.
Obs. Estamos falando de terceirização estruturada e não a tal “pejotização” que vemos no mercado de trabalho, pois a cada contratação de PJ, dependendo do caso, corre-se o risco de sofrer processos trabalhistas visando o reconhecimento de vínculo empregatício.
Aí o empresa pode vir a ser condenada a pagar todos os encargos sobre o valor total que o PJ recebia.
Este texto começou a ser escrito a 25 minutos do 1º tempo, pois não há nada que indique algo diferente daquilo que escreveremos neste post.
***
Prezados santistas,
Mais uma vez o torcedor santista é humilhado e servirá de chacota dos torcedores rivais, seja no trabalho, na escola ou no churrasco de domingo.
Não basta perder o clássico. Tem que ser de goleada para ficar bem esculachada a coisa.
O time do Felipão, que é o técnico que personifica o atual futebol brasileiro em termos de qualidade e modernidade, deu uma aula de futebol no time do técnico da vanguarda, que propõe um jogo moderno e bonito, ao melhor estilo europeu, e blá blá blá.
E por que isso aconteceu?
Na nossa visão, a resposta é simples.
De um lado temos um time com receitas de time grande, que contrata bons jogadores e monta bons elencos e que vem enfileirando títulos nos últimos anos, e de outro, um time moribundo, que pensa pequeno e que espera a hora da falência, pois não há nada que indique o contrário disso.
Esse time decadente tem um excelente técnico que tira o máximo possível de jogadores de pouco futebol, que representam o máximo que essa diretoria consegue trazer.
É duro assistir ao Soteldo perdendo 10 lances até conseguir acertar um passe.
Ultimamente, torcer por esse time é algo sobre-humano, e às vezes chegamos à conclusão de que realmente é mais fácil ser igual aos alienados e energúmenos, que acham que está tudo bem e que o clube vai muito bem na mão de “estadistas”.
Dirigentes contestados, torcida desunida, rixa entre os torcedores de Santos e de São Paulo, um monte de oportunistas aguardando a chance de arrumar uma “boquinha” à custa do clube, e os bons santistas representados por empresários de sucesso sendo afastados do clube por pessoas de comportamento animalesco, que só sabem xingar, agredir e ofender pessoas com palavras de baixíssimo nível. Este é o cenário atual do nosso clube.
Uma triste realidade que é escancarada na cara de todos a cada derrota acachapante.
Engraçado é que de vez em quando aparece um comentário admirado com o pessimismo deste blog e nos chama de muro das lamentações.
Sinceramente, gostaria de aprender a fórmula de achar que tudo está bem e acreditar que há pessoas extremamente competentes na administração do clube, no conselho deliberativo, comitê gestor e demais áreas.
Esperamos que neste campeonato tenha mais times como o Vasco da Gama, para nos alegrar a semana e para nos iludir.
Para finalizar, mais uma constatação: aquele que era o nosso melhor jogador, o Lucas Lima, não tem qualidade sequer para ser titular do nosso adversário deste sábado, para que se tenha uma ideia da diferença técnica entre os elencos dos times, e para a nossa sorte, no jogo deste sábado o adversário esteve desfalcado de Ricardo Goulart, Scarpa e Willian Bigode.
No primeiro tempo vimos um time forte no aspecto coletivo, que impôs seu jogo ante um bom adversário, que jogava em “sua” casa e que também tinha como característica a posse de bola.
Não nos esqueçamos que o time mineiro tem bons jogadores em seu elenco, como o “temido e lendário” Ricardo Oliveira, o rápido Geuvânio e os bons Cazares, Rever, Xará e Elias.
Nos primeiros 45 minutos ficou a impressão de que o empate era injusto e que o Santos seria o vencedor da noite.
Foi um excelente jogo do Santos, que dominou as ações e que encurralou o atlético em seu campo de defesa em pleno estádio do Horto.
Ocorre que, para a surpresa e espanto geral, vimos um novo Santos na segunda etapa. Um arremedo do time que se apresentou nos 45 minutos iniciais.
Um time estabanado, com muitos passes errados, como se a bola queimasse nos pés dos jogadores.
Algo inexplicável aconteceu. Será que sentiram falta das instruções do suspenso Sampaoli?
Será que vivemos uma espécie de “Sampaoli-dependência”?
Só Deus sabe o que aconteceu, mas no final, com aquilo que vimos desse Santos, ficou uma sensação de alívio por terem segurado o empate sem gols.
Se há algum favorito neste mata-mata, isso vai depender da versão do Santos que veremos no jogo da volta. Esperamos que os reforços da torcida e do técnico possam trazer à tona o bom time que vimos no início deste duelo e oitavas de final.
Durante a campanha, uma das coisas mais faladas pelo então candidato e atual presidente do SFC, era que as categorias de base seriam a Joia da coroa, mas desde que assumiu, a atual direção do clube não consegue dar uma sequência no trabalho dos Meninos da Vila, muito valorizada em outros anos.
Começou com acusação de supostos abusos por um dos coordenadores da base e teve um “afastamento”, sim afastamento entre aspas, pois há rumores de que continua acompanhando jogadores/jogos da base do SFC. Afinal, continuaria trabalhando pelo clube?
Tem também uma safra de jogadores afastados e dispensados e isso tem se tornado recorrente no Santos FC.
O que está gerando isso? Os dirigentes alegam problemas com seus empresários, mas eles saem daqui e acertam com outros grandes clubes brasileiros (Flamengo, Palmeiras, Corinthians, São Paulo, Internacional, Athlético PR, etc), e até mesmo para clubes estrangeiros.
Mas por que os mesmos empresários não são empecilhos nos outros clubes?
Deve ser apenas empresários amigos da diretoria?
Não podemos nos esquecer de que houve comentário sobre um dos coordenadores de campanha da atual gestão que seria empresário de jogadores, e que teria relações fortes com a base e seus jogadores.
É mais fácil contratar jogadores da base de outros clubes do que investir em revelações? Chegaram alguns jogadores nesses quase 18 meses de gestão, mas desconhecemos o futebol destes (vide Alex, que acabou de chegar do Flu, com passagens pelo São Paulo também, entre outros). E também o caso do Lucas Yanase, que já tinha passado pela base 3 anos antes, e assim que assumiu, foi o primeiro “reforço” da Era Peres, e o mais estranho é que não conseguiu se firmar em nenhum jogo das categorias para o qual foi contratado.
E falando em desempenho nos atuais campeonatos da “molecada”, muitas derrotas por goleadas, e não tem sido um ou dois jogos. Outra coisa ocorrida, foi que em duas Copas SP a participação do time foi pífia, a ponto de ser cogitado a troca de comando das pessoas que encabeçam esse departamento tão valioso.
Sim, valioso porque é onde tem nos trazido títulos e tem mantido o clube, apesar dos negócios duvidosos e absurdos feitos por algumas gestões temerosas.
E nisso vem aquela pergunta: revelar ou conquistar títulos? Se possível, os dois!
O que manteve o clube vivo nesses anos foram as revelações, como Robinho, Diego, Neymar, Ganso, entre outros. Essa é a galinha dos ovos de ouro que não pode morrer. A essência do futebol arte nasce no Santos Futebol Clube.
Se essas categorias “subs” estão abandonadas, o tal novo CT tão divulgado que é uma das prioridades da atual gestão, servirá para quê? Para deixar no abandono? Deixar o mato crescer? Se for por esse caminho, que se invista em uma arena moderna, mas já ficando o aviso que clubes de futebol sem esse legado hoje, vivem o início da derrocada.
Uma sugestão para a diretoria do Alvinegro Praiano: o clube deve e precisa fazer seletivas percorrendo o Brasil, e também deixar as portas da Vila Belmiro e do CT Meninos da Vila abertas, pois acreditamos que dezenas de promessas devam bater na porta do clube todos os dias pedindo e sonhando com a chance da sua vida. Uma equipe de olheiros andando pelas Américas também seria ideal na procura de novos talentos. Acreditamos que com isso os Santistas voltem a sorrir com o futebol moleque dos futuros Meninos da Vila.
Não queremos que os Meninos de Ouro da Vila, virem uma bijuteria de latão ou outra liga metálica sem valor qualquer. Por isso, o Presidente precisa vir a público e esclarecer o que está ocorrendo de fato com o departamento de futebol amador do clube, quem sabe assim comece um movimento no Santos FC para limpar a podridão do combalido e paupérrimo futebol brasileiro que começa nas divisões inferiores dos clubes do Brasil.
E você. O que tem a dizer sobre isso?
PÓS JOGO – SANTOS X VASCO
O estádio do Pacaembu, mais uma vez, trouxe bons fluídos ao nosso time, em tarde inspirada o Santos atropelou o Vasco da Gama por 3×0, gols de Pituca, Rodrygo e Soteldo, fora uma porção de oportunidades perdidas.
Como hoje é Dia das Mães, não podemos deixar de destacar que, não obstante, o excelente jogo que fizemos, o goleirão Sidão foi uma verdadeira mãe para o Santos, uma partida horrorosa do goleiro adversário.
Todo o time teve boa atuação, apenas o Sanchez esteve um pouco abaixo, mesmo participativo como de hábito, perdeu dois gols debaixo das traves por, digamos, uma certa, brutalidade na finalização, ao invés de apenas empurrar a bola como fez o Soteldo. Rodrygo foi o destaque, com um golaço e ótimas arrancadas, parece, finalmente, estar amadurecendo fisicamente, pena que um pouco tarde para nós, mas, muito bom para o futuro do raio.
Que venha o Palmeiras!
FICHA TÉCNICA:
SANTOS 3 X 0 VASCO Estádio: Pacaembu, em São Paulo (SP) Data/hora: 12/5/2019, às 16h (de Brasília) Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior (PR) Assistentes: Bruno Boschilla (PR) e Rafael Trombeta (PR) Público/renda: R$ 343.355,00/ 12.952 presentes Cartão amarelo: Rossi, Danilo Barcelos, Ricardo e Maxi López (Vasco); Jean Lucas e Alison (Santos) Cartão vermelho: Danilo Barcelos (Vasco) GOLS: Pituca 18’/1º T (1-0), Rodrygo 33’/1º T (2-0), Soteldo 27’/1º T (3-0)
SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique, Jorge; Jean Lucas (Alison, 11’/2º T), Pituca (Dérlis González, 32’/2º T), Carlos Sánchez; Soteldo, Rodrygo, Sasha (Jean Mota, 14’/2º T). Técnico: Jorge Sampaoli. VASCO: Sidão; Luis Gustavo (Andrey – intervalo), Bruno Silva, Ricardo; Yago Pikachu; Raul (Bruno César – intervalo), Lucas Mineiro, Danilo Barcelos; Marrony, Rossi (Valdívia, 25’/2º T), Maxi López. Técnico: Marcos Valadares.