Ceará e Santos ficaram no empate por 0 a 0 na noite deste sábado, na Arena Castelão, num jogo morno, com poucas chances e que manteve os dois times perto da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro – o jogo foi válido pela 21ª rodada. A melhor chance de mudar a história esteve nos pés de Marinho, mas o atacante do Santos escorregou e errou um pênalti ainda no primeiro tempo. Não houve, porém, mais lances perigosos além desse. Os técnicos Tiago Nunes, de um lado, e Fábio Carille, do outro, ainda buscam a primeira vitória no comando de suas novas equipes. O Ceará chega a seis jogos sem ganhar na temporada, e o Santos vai a nove. O Santos recebe o Juventude no domingo, às 16h, na Vila Belmiro. Assista aos melhores momentos:

O lance capital

Marinho correu decidido, mas escorregou no último passo e isolou uma cobrança de pênalti a favor do Santos – no primeiro turno, o atacante havia perdido outra penalidade contra o Ceará. A infração foi marcada pelo árbitro Anderson Daronco com ajuda do VAR, que identificou desvio no braço de Messias após chute de Jean Mota. Na Central do Apito, o comentarista Paulo César de Oliveira concordou com a marcação.

Primeiro tempo

O jogo foi fraco tecnicamente e com poucas chances de gol. Do lado do Ceará, Vina praticamente não apareceu – apenas em um cruzamento de Kelvyn que ele finalizou e viu a zaga desviar. O Peixe, por outro lado, teve posse de bola, rodou bastante, mas não conseguiu infiltrar na defesa do Ceará. Na melhor chance, Jean Mota chutou de longe, a bola desviou em Messias, e o árbitro Anderson Daronco marcou pênalti após consulta ao VAR – ele concluiu que o desvio foi com o braço. Na cobrança, porém, Marinho escorregou e isolou a bola, mantendo o placar zerado.

Segundo tempo

O ritmo foi o mesmo da primeira etapa, com pouca qualidade dos dois lados e quase nenhuma chance de gol – o Peixe chegou graças a Marinho, que encontrou Felipe Jonatan livre para finalizar, mas chutar para fora. Do outro lado, Vina também tentou de longe, mas sem trabalho para João Paulo. Fábio Carille tentou mandar o time ao ataque quando substituiu o lateral-direito Pará pelo garoto Ângelo, um atacante. Este, porém, quase não pegou na bola, isolado pelo lado esquerdo santista. No Ceará, Marlon e Lima entraram e aumentaram o volume de jogo – de cabeça, Luiz Otávio quase fez o gol da vitória. Depois, Gabriel Dias exigiu grande defesa de João Paulo. E no fim, Marinho cobrou falta com perigo, mas à esquerda do gol de Richard.

Fonte: globoesporte.com


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VBC – Episódio 15
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Santos e Bahia ficaram no 0 a 0 na noite deste sábado, na Vila Belmiro, em jogo válido pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. A partida de estreia do treinador Fábio Carille no comando do Peixe não foi de muito brilho do time mandante, amplamente dominado pelo adversário no primeiro tempo. Na etapa final, o jogo mudou, os santistas cresceram, mas o placar seguiu em branco e manteve as duas equipes nas cercanias da zona de rebaixamento.

Com o empate, o Santos sobe para a 13ª posição, com 23 pontos em 20 partidas. O Santos joga o próximo jogo fora diante do Ceará. Mas antes tem Copa do Brasil para o Peixe. Na terça, os santistas recebem o Athletico depois de perder o jogo de ida das quartas de final por 1 a 0.

O que mudou

Na estreia, Fábio Carille passou o Santos do 4-4-2 dos tempos de Fernando Diniz para um 4-1-4-1, com Camacho mais fixo à frente da defesa e Léo Baptistão como homem de referência. Neste esquema, Jean Mota perdeu espaço, com a entrada de Lucas Braga como ponta. A atuação no primeiro tempo foi muito ruim, sem uma finalização sequer a gol. Mas a equipe melhorou na etapa final.

Primeiro tempo

O Bahia tentou surpreender o Santos com uma postura mais agressiva no começo do jogo. Com 20 minutos de partida, embora tivesse menos posse de bola, o Tricolor somava quatro finalizações, contra nenhuma dos santistas. A primeira delas foi um cartão de visitas: com menos de um minuto, Lucas Mugni arriscou o chute, e o goleiro João Paulo defendeu. Mas a superioridade baiana se estenderia ao longo do período – Gilberto teve boa chance, Isnaldo mandou finalização perigosa por cima, Rodallega arriscou de fora da área. O Santos, nas poucas vezes em que conseguiu criar alguma coisa no ataque, acabou desperdiçando por erros na tomada de decisão. Nos minutos finais do período, tentou se apossar do campo de ataque e apostou em bolas aérea com Carlos Sánchez, mas sem sucesso. Terminou o período sem uma finalização sequer.

Segundo tempo

O Santos voltou melhor no segundo tempo. Manteve a posse de bola, mas desta vez com os jogadores mais próximos entre si – e também com ações mais objetivas. Aos sete, o Peixe quase abriu o placar. Sánchez bateu falta (sofrida por Pirani à beira da área), e o goleiro Mateus Claus fez grande defesa. Aos 17 minutos, Marinho voltou a entrar em campo pelo Santos depois de tratar uma lesão na coxa. O atacante teve boa chance em finalização para fora, após bola sobrada aos 30 da segunda etapa. O Bahia teve a chance de matar o jogo aos 48, em chute desperdiçado por Rodriguinho. Mas n]ao teve jeito: nada de gols na Vila Belmiro.

Fonte: globoesporte.com

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Prezados Santistas,

Mais uma vez o torcedor do Santos assiste à reprise de um filme antigo.

Aquele filme cujo enredo se incia com um jogador de futebol, um dia querido, valorizado e “amigo” do torcedor, ou simplesmente um patrimônio do clube, que acaba se tornando um desafeto ao entrar em rota de colisão com a instituição.

Há quase duas décadas, vimos o nosso querido Robinho quase fazendo “greve” a fim de forçar sua venda ao Real Madrid. Na sequência o Diego, camisa 10 daquela mesma geração, que parece não querer ver o Santos “nem pintado de ouro” pela frente, pois toma até cartão amarelo de tanto que comemora um gol em cima do seu clube de origem.

Não podemos deixar de citar a dupla de jogadores da geração de 2010 (Ganso e Neymar), que se tornaram ídolos da torcida, e que em ambos os casos, acabaram saindo do clube de forma triste e melancólica.

Mais ou menos naquela época tivemos as saídas conturbadas de Arouca, Mena, Aranha e Leandro Damião.

Nos anos seguintes foi a vez de Zeca, Sasha e Éverson, buscarem a Justiça para rescindir seus contratos.

Além dos casos de jogadores que saíram de graça do clube ao terem se recusado a renovar contrato: Lucas Lima, Bambu, Yuri Alberto, Gustavo Henrique e Léo Cittadini.

Não podemos deixar de citar o caso do Bruno Henrique, que em vez de render milhões ao Santos, acabou saindo por uma “mixaria”, enquanto víamos dirigente dizendo que o jogador estava acabado para o futebol por conta de um problema nos olhos.

Percebam que os casos acima ocorreram em diferentes “dinastias”, ou seja, trata-se mais de um problema crônico e institucional do que algo relacionado a gestor A ou B.

No final de 2020 com a eleição do Rueda, parte da torcida teve a esperança de ver uma nova realidade, através de uma relação “normal” entre clube x jogador; mais ou menos o que o ocorre em um clube que se preze.

Ocorre que nesses 8 meses da “dinastia Rueda”, parece que pouca coisa mudou nesse âmbito.

Primeiro foi o “desabafo” do zagueiro Cléber através da imprensa;

Em seguida foi o “não” dado pelo Kaio Jorge na tentativa de renovação do seu contrato;

Depois o comportamento hostil do atacante Gabriel na Vila Belmiro em uma partida recente do campeonato brasileiro. Uma relação que está indo de “ídolo” para desafeto.

Uma “certa demora” nas renovações de Marcos Leonardo e Balieiro.

E a novidade da vez é o Marinho, simplesmente o principal jogador do clube que busca a imprensa para “desabafar” sobre um suposto erro médico em seu tratamento, um pedido de valorização frustrado, e sobre seu desejo de deixar o clube ao final do campeonato brasileiro.

Resumo da coisa: o Santista não tem um minuto de paz, graças a esse filme que sempre se repete.

Agora esperamos uma resposta oficial do clube sobre o caso do Marinho, bem como as devidas explicações sobre esse suposto problema médico, assim como as ações que serão adotadas para prevenir esse tipo de coisa.

Olhando de fora, fica muito forte a impressão de que não há uma comunicação clara entre clube e elenco, pois o Marinho parece não ter entendido o motivo pelo qual o clube vendeu tantos jogadores nesta temporada e por ter recusado supostas propostas de rivais locais.

Antes de mais nada, acreditamos que é importante estabelecer uma relação de confiança e transparência em todas as áreas do clube, em especial, com o elenco.

Está mais do que hora dos gestores provarem que estão dando a devida atenção ao futebol.

E que o Marinho não se torne mais um triste exemplo de jogador que se torna desafeto, graças ao “problema crônico” existente no Santos.

E você. O que acha de tudo isso?

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RESENHA BSS – Convidado especial: Giovane Martinelli (Diário do Peixe)
VBC – Episódio 13
Santos x Vasco – Campeonato Brasileiro 1971
BSS ENTREVISTA – José Renato QUARESMA – Ex Membro do CG do Rueda
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Caso você vote em nenhuma das alternativas, indique nos comentários do Blog o nome de sua preferência

Salve Nação Santista!



Fernando Diniz era um nome muito badalado na comunidade Santista, desde o seu, surpreendente, vice campeonato paulista em 2016, onde conseguiu, inclusive, ser dominante no segundo jogo da final, em plena Vila Belmiro;

Os anos foram passando, mas Diniz sempre foi um desejo de muitos Santistas, eis que, em 07/05/21, o SFC anunciou a contratação do treinador de 47 anos;

Após a saída de Holan, lançamos uma enquete aqui no BSS, na qual Diniz ficou em segundo lugar, perdendo apenas para Renato Gaúcho;

Difícil dizer se foi sorte ou azar do Diniz ser contratado pelo SFC nesse ciclo, momento ainda conturbado, num cenário de caos financeiro, com o clube tendo dificuldade para contratar e manter bons jogadores, aliando-se a isso muitas lesões; E mesmo após o clube contratar, em nenhum momento o treinador teve a chance de colocar força máxima em campo;

Mesmo diante de tudo isso, é fato que o trabalho não prosperou, o time não evoluiu em performance, pelo contrário, um trabalho que começou com boa perspectiva, foi mostrando uma face “mais do mesmo”, com queda de performance ao longo dos últimos jogos.

Números:
Jogos: 31
Vitórias: 11
Empate: 8
Derrotas: 12
Gols pró: 34
Gols contra: 36
Aproveitamento: 44,09%

Difícil destacar um ponto positivo, além claro, da manjada fixação pela posse de bola, um verdadeiro “tic tic” nervoso, ou o tik sem o taka, um time que abusou de cruzamentos e, em contrapartida, escassez de finalizações, são os principais pontos do ponto de vista ofensivo; Aparentemente, para Diniz, aliar agressividade com intensidade não combinam;

Do ponto de vista defensivo, o que vimos foi um time, extremamente, frágil, sem agressividade na marcação defensiva, com Camacho e Mota que são pouco combativos, acabou a defesa e João Paulo sendo sempre sobrecarregados;

João Paulo foi o destaque do time em todos os jogos da passagem do Diniz, o goleiro foi tão exigido, que passou a ser especulado para a Seleção Brasileira; Goleiro em destaque sempre é um mal sinal;

Na questão tática, Diniz parece um treinador manjado, todo mundo sabe que uma ligação direta, um lançamento de 50 metros ou o, popular, esticão do adversário, coloca a sua defesa em risco. O SFC tomou gols e vários pela linha defensiva alta e sem sobra, também perdeu jogos desta forma;

Enfim, pra não dizer que tudo foi ruim, Diniz recuperou Madson, consolidou Kaike na zaga, e encontrou um posicionamento interessante para o Pirani, no entre linhas ofensivo;

Sobre a continuidade do Diniz na carreira, é preciso que o treinador reflita e recicle-se, anda sempre muito nervoso, levando muitos cartões, isso sobre comportamento, mas tem a questão tática também, seu jeito de jogar e seu esquema, requer mais variações, pois está muito manjado; A famosa saída de bola assumindo riscos, gera muitos sustos para poucos acertos;

É muito importante destacar, que o problema do SFC está longe de ser apenas Fernando Diniz, assim como não era apenas Ariel Holan, nosso problema ainda é “pé de obra”, precisamos de jogador que chegue para ser titular, que a diretoria do clube fique atenta a isso; Assim como é preciso vender, é também preciso reforçar;

E você torcedor, o que achou da passagem do Diniz?
Foi correta a sua demissão?

Deixe sua opinião;

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VBC – Episódio 14
RESENHA BSS – Convidado especial: Giovane Martinelli (Diário do Peixe)
Santos x Vasco – Campeonato Brasileiro 1971
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Em duelo de dois times com campanhas quase idênticas no Brasileirão, a igualdade se manteve no placar. Santos e Inter empataram por 2 a 2 na noite deste domingo, na Vila Belmiro, em jogo pela 17ª rodada. O Colorado abriu o placar com o estreante do time, Gabriel Mercado, mas o Peixe conseguiu a virada ainda no primeiro tempo, com gols de Gabriel Pirani e Madson. No fim da segunda etapa, Yuri Alberto, cria da base do Peixe, fez valer a “Lei do Ex” e deixou tudo igual.

O resultado não é bom para as pretensões do Santos se aproximar da zona de classificação à Libertadores que agora está em 11º lugar na tabela.

O Santos volta a campo no meio de semana, pela Copa do Brasil. O Peixe encara o Athletico na quarta-feira (25), às 19h, na Arena da Baixada, pelo jogo de ida das quartas de final. Pelo Brasileirão, o próximo rival será o Flamengo, sábado (28), na Vila Belmiro.

Primeiro Tempo

Santos e Inter fizeram um bom primeiro tempo. Com uma marcação adiantada, o time gaúcho pressionou a saída de bola dos donos da casa desde o início e abriu o placar logo aos sete minutos. Após cobrança de falta dentro da área, a defesa do Santos rebateu e a bola sobrou livre para Mercado, estreante da noite, marcar. O Santos melhorou e chegou a empatar aos 11, com Marcos Leonardo, mas o gol foi anulado por impedimento do atacante.

O mesmo Marcos Leonardo recebeu um presente de Mercado e perdeu grande chance aos 16, ao chutar por cima do gol de Daniel. Na sequência, o Inter teve a possibilidade de abrir 2 a 0 em um jogada de contra-ataque, mas Patrick também errou o alvo. Depois disso, o time paulista foi mais efetivo e virou o jogo. Aos 23, Pirani ganhou de Dourado, invadiu a área e chutou sem chances para Daniel. Madson fez o segundo aos 34, de cabeça, após cruzamento de Lucas Braga.

Segundo Tempo

O jogo caiu de qualidade no segundo tempo, mas manteve a emoção até os minutos finais. Logo aos três minutos, Edenilson teve uma boa chance para igualar. O meio-campista recebeu bom passe de Taison, invadiu a área e finalizou, mas João Paulo salvou o Peixe. O Colorado teve mais posse de bola, mas encontrava dificuldades para abrir espaços na defesa do Santos, que recuou e passou a apostar em contra-ataques, em muito sucesso.

Diego Aguirre promovou a entrada de Boschilia no intervalo e na segunda etapa mandou Guerrero a campo, no lugar de Mercado. A alteração não surtiu o efeito esperado e o Colorado seguiu com dificuldades para atacar, mas foi premiado pela insistência. Aos 42 minutos, Rodrigo Dourado fez lançamento e Edenilson encontrou Yuri Alberto dentro da área para empatar a partida.

Fonte: globoesporte.com

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Santos x Vasco – 1971 – Campeonato Brasileiro Amistoso – 1970
RESENHA BSS
VBC – Episódio 12

BSS ENTREVISTA – José Renato QUARESMA – Ex Membro do CG do Rueda
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Salve Nação Santista!

Um time que já teve o melhor jogador de todos os tempos, hoje não pode sonhar com o melhor jogador em atividade

Obviamente e infelizmente, o título do texto não passa de um delírio ou brincadeira; No entanto, mesmo partindo da premissa que seria algo impossível, o nome do argentino abre uma boa possibilidade de debater as razões do porque não;

Primeiramente, Messi seria impossível pelo nível do futebol praticado em nosso país, segundo, pela questão financeira, pois Messi irá ganhar cerca de R$19 milhões/mês na França, valor maior que a folha de pagamento dos maiores clubes do continente;

Falar de jogador desse nível atuando no Brasil, passa por uma profunda mudança, como criação de uma liga e a transformação dos clubes em empresa, e mesmo assim, nossa economia teria também que passar a figurar entre as maiores do mundo, com o Real recuperando-se da desvalorização perante o dólar e euro, ou seja, estaríamos falando de décadas e muitas acões acertivas para tal, para pelo menos sonhar com essa tipo de cenário;

Mas, o que importa é o seguinte, como o SFC poderia ter jogadores de primeiro escalão, pelo menos aqueles que são descartados na Europa?

Antes de mais nada, o SFC precisa encontrar o equilíbrio de suas contas, reduzindo, drasticamente, seu endividamento, principalmente o de curto prazo, e isso só é possível conseguir gastando menos do que arrecada, coisa que parece simples, mas não é;

O ex-presidente José Carlos Peres, dizia, habitualmente, que o SFC gastava R$12 milhões para cada R$8 milhões arrecadados, isso para ter um time, minimamente, competitivo; Por esse exemplo, é possível ter uma ideia de como o SFC vive, ou melhor, vivia num universo paralelo, e de como é complicado sanear o clube;

Cabe lembrar que sanear o clube, talvez, não seja a tarefa mais difícil, o mais complexo mesmo, é fazer isso e ser competitivo ao mesmo tempo; O fantasma do rebaixamento no campeonato estadual em 2021 mostra bem esse dilema;

A gestão eleita para o triênio 2021/2023, liderada por Andrés Rueda, tem como premissa principal, sanear o clube e, mais, alterar o estatuto social, afim de evitar que os gestores continuem, por exemplo, arrecadando R$8 e gastando R$12; O SFC hoje segue um caminho similar ao trilhado pelo CRF na gestão Eduardo Bandeira de Melo, ou seja, priorizar a austeridade financeira e, posteriormente, manter o clube protegido de aventureiros;

O resultado desta caminhada de médio e longo prazo e o sucesso do projeto, poderá ser medido mais adiante, e esperamos que assim como nosso rival, o SFC tenha êxito;

É importante, mas muito importante, que o torcedor entenda que para garantir o futuro, nós temos que corrigir o presente e o passado, desta forma, o SFC perdeu o seu poder de investimento para montar bons times. No entanto, com alguma dose de sorte no mercado, habilidade e perspicácia poderemos ter um time que performe de maneira digna para passar esse ciclo de austeridade financeira;

Passando por essa fase com êxito, ai sim, o SFC poderá planejar seus passos, operar de forma alavancada em alguns momentos, ou seja, investir em jogadores para colher resultados e retorno técnico/financeiro com bons times. Tendo a dignidade de pagar seu elenco e funcionários em dia, passando credibilidade ao mercado e ao seu torcedor;

É claro, que mesmo com todos esses ajustes, não será possível contratar um Messi, mas teremos condições de não perder, por exemplo, nossos ídolos para rivais locais, visto a legião de atletas formados pelo SFC performando bem nos rivais; Teremos condições, não de manter de forma perpétua uma revelação, mas pelo menos segurar um pouco para ter resultado técnico além do financeiro;

É preciso ter condições e equilíbrio financeiro para repatriar aqueles jogadores, que por ventura, resolvam voltar a jogar no Brasil, exemplo recente do Giuliano e do Jorge; Embora controverso, talvez, um dia o retorno do Neymar; Que o SFC tenha condições de pagar bons salários e não ficar dependendo de “amor” de jogador;

Enfim, pedimos desculpas pela brincadeira no título do texto, mas a ideia principal, é refletir sobre o nosso momento, como sair dele e a que preço;

Que o torcedor Santista tenha muita paciência com esse time atual, é uma geração que está “pagando o pato” pelos mais de 100 anos de orgia financeira; Que seja um ciclo, uma retomada; Que deixemos de somente lustrar o passado e que o SFC passe a enxergar um horizonte, um futuro!

Quanto ao Messi, deixa pra lá, quem teve Pelé, aliás tem Pelé, não vai lamentar a perda de um Messi;

E você o que pensa de tudo isso?


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BSS ENTREVISTA – José Renato QUARESMA – Ex Membro do CG do Rueda
VBC – Episódio 08
RESENHA BSS – Convidado especial: JORNALISTA – WANDERLEY CORREA
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Selecionado Hong Kong x Santos – Amistoso – 1970

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Santos e Corinthians empataram por 0 a 0 na tarde deste domingo, na Vila Belmiro, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Timão, na estreia do meia Giuliano, esteve mais perto da vitória: parou em boas defesas do goleiro João Paulo e em decisões (corretas) do VAR, que anulou um gol e um pênalti a favor do time de Sylvinho.

Com o empate, o Santos foi a 20 pontos, na oitava colocação. Tem dois pontos a mais do que o Corinthians, o 11º.

O Santos joga na quinta, recebe o Libertad pelas quartas de final da Sul-Americana. No Brasileirão, o próximo compromisso é domingo, fora de casa, contra o Fortaleza.

Primeiro Tempo

O jogo começou equilibrado. O Santos tentou se impor com posse de bola ofensiva, mas o Corinthians, otimizando as jogadas, ameaçou mais. A presença de Giuliano contribuiu. Ele clareou uma jogada e deixou Gustavo Mosquito em condições de fazer o gol. João Paulo salvou. O Santos reagiu com chutes de Jean Mota (de longe) e Marcos Leonardo (dentro da área). Cássio defendeu ambos. O Corinthians respondeu com bom passe de Mosquito para Jô – que parou em mais uma boa defesa de João Paulo. A partir daí, as chances se tornaram mais escassas. Com dificuldades para invadir a área, os times passaram a arriscar de longe. Fagner tentou em pancada que foi no alvo, mas acabou defendida pelo goleiro santista. Felipe Jonatan deu o troco – a bola, porém, foi por cima do gol de Cássio.

Segundo tempo

O cenário se manteve na largada do segundo tempo. O Santos ensaiou ter o domínio do jogo, mas foi o Corinthians quem chegou com força, ainda mais do que no período anterior. Aos cinco minutos, João Victor encaixou ótimo lançamento para Gustavo Mosquito, que saiu às costas da zaga e mandou na área. Adson perdeu – em outra boa defesa de João Paulo. Pouco depois, a bola finalmente entrou, em cruzamento de Mosquito para Jô. Mas a jogada acabou anulada por impedimento. Também seria anulado um lance muito importante pouco depois: Mosquito entrou na área e recebeu um carrinho de Madson. A arbitragem marcou pênalti, mas depois, na revisão pelo VAR, viu que o jogador do Santos acertou a bola. Depois disso, o jogo perdeu intensidade, mas com o Corinthians sempre mais perto de marcar.

Fonte: globoesporte.com

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VBC – Episódio 6

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Melhores Momentos

Salve Nação Santista!

O Peixe hoje enfrentou o lanterna do campeonato, time sem vitória e treinado pelo Jair Ventura, que, ultimamente, vem de trabalhos fracassados;

A gente imagina que num cenário assim, nosso time seria capaz de fazer um grande jogo, daqueles em que não restaria dúvidas quem foi o melhor em campo. Quem não acompanhou o jogo, logo pensa, “1×0 contra o lanterna e fora de casa, foi o jogo da afirmação”, puro engano, mas vamos falar mais;

Primeiro tempo

Essa parte do jogo, é aquela em que podemos tirar uma onda que fomos superiores, dominamos pelo menos dois terços, mas, como de praxe, com objetividade “zero”, um chute de Jean Mota nos primeiros 30 minutos apenas e, pior, à partir dos 30 minutos, a Chape começou, aos poucos a equilibrar o jogo, o que perdurou até o fim do primeiro tempo. Não obstante a perda do domínio no terço final final desta etapa, o peixe conseguiu, pasmem, após intervenção do VAR, a marcação de pênalti em Madson, mas perdido por Sanchez, mas, pasmem novamente, o VAR interveio e, acertadamente, mandou voltar a cobrança, ai o Sanchez deu um “cala boca” no goleiro falastrão da Chape e colocou a bola no ângulo, golaço (mesmo que de pênalti), Peixe 1×0, e assim acabou o primeiro tempo;

Segundo tempo

Esta etapa, o jogo foi equilibrado até os 10 minutos, depois foi um show de horror por parte do AlviNegro, simplesmente, a Chapecoense tomou conta do jogo, ficando, praticamente, dos 10 aos 35 minutos com a bola, e como no box foi aplicando “jabs”, até começar os ganchos e diretos, propiciando ao João Paulo um show a parte, nosso goleiro fez várias defesas, sendo a maior delas, um chute de fora da área no ângulo, com uma defesa cinematográfica (foto abaixo). Nosso time não reagiu, e assim foi até o apito final, um time nocauteado, mas de pé, pra nossa sorte nosso oponente era fraco;
Ah! Ainda teve uma bola da Chape na trave e um quase gol do Geuvânio. Final Peixe 1×0 Chape;

Defesa mais difícil do JP na partida


Madson, atacante ou defensor?

O lateral mais uma vez, projetou-se ao ataque, pisou na área e sofreu o pênalti da vitória; Ele vem participando da maioria dos gols desde que assumiu a titularidade. A continuar assim, Pará já era;

O “monstro” da partida

Não poderia ser diferente, João Paulo foi um monstro em campo e, certamente, garantiu a vitória do Peixe em Chapecó;

O “errático” da partida

Desta vez, o “errático” vai para o Marcos Guilherme, perdido e inoperante enquanto esteve em campo;

Alguns Números:

Posse de bola: 56% SFC x 44% Chape
Finalizações: 11 / 20
Escanteios: 6 / 5


FICHA TÉCNICA

CHAPECOENSE 0 x 1 SANTOS

Local: Arena Condá – Chapecó/SC
Data: 01/08/21 – 18:15hs
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (Fifa-PR)
Assistentes: Ivan Carlos Bohn (PR) e Jefferson Cleiton Piva da Silva (PR)
Cartões amarelos: Chapecoense: Jair Ventura

GOL:
Santos: Sánchez, aos 42 minutos do 1T

CHAPECOENSE: João Paulo; Matheus Ribeiro, Kadu, Derlan e Busanello; Moisés Ribeiro, Anderson Leite, Léo Gomes (Foguinho) e Felipe Baxola (Ravanelli); Fabinho (Geuvânio), Fernandinho (Mike) e Anselmo Ramon (Perotti)
Técnico: Jair Ventura

SANTOS: João Paulo, Madson, Luiz Felipe (Wagner Palha), Kaiky e Felipe Jonatan; Camacho, Jean Mota e Sánchez (Vinicius Zanocelo); Marcos Guilherme (Pirani), Lucas Braga (Bruno Marques) e Marcos Leonardo
Técnico: Fernando Diniz

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Melhores Momentos


Salve Nação Santista!

Embora o placa elástico, o Peixe suou para bater, o fraco, Juazeirense na Vila Belmiro, ficando assim, muito próximo de avançar às quartas de final da Copa do Brasil;

Dois tempos distintos – Primeiro tempo

No primeiro tempo, vimos o mesmo cenário dos jogos contra Sport, Juventude e Athlético PR, ou seja, muita posse bola, cruzamentos, transpiração e, pouquíssima, inspiração; Os velhos erros de sempre, com o, teimoso treinador não usufruindo de variações táticas;

Dois tempos distintos – Segundo tempo

Na segunda etapa, o SFC voltou com Bruno Marques, aquele mesmo que o Diniz colocou à disposição pra negociar, e com ele em campo, e, por razões óbvias, o Peixe começou a aproveitar as dezenas de cruzamentos e causar perigo ao time baiano; Bruno pode até não ter muita técnica, mas tem presença de área, formando junto com o Madson uma dupla que ganhou tudo pelo alto na segunda etapa;

Água mole em pedra dura, tanto bate até que? GOLS!

Depois de muito martelar, a tal bola aérea, depois de mais 40 cruzamentos, surtiu efeito, com Madson fazendo o primeiro; Sanchez chutou e no rebote Lucas Braga fez o segundo; Após passe magistral de Luis Felipe, Marcos Leonardo fez o terceiro e Sanchez fez o quarto, após o cruzamento do Felipe;

Sustos

É importante salientar que o primeiro gol do Peixe, saiu apenas aos 27 do segundo tempo e, antes disso, o Juazeirense teve duas chances, claríssimas, de fazer gol. Na primeira, Madson falhou feio e o atacante chutou pra fora na saída do JP. Na segunda, a pataquada foi do Luis Felipe, sobrando para o JP a missão de salvar o SFC de um, possível, vexame;

Pato Sanchez

Com o gol de ontem, P7 deixou Copete para trás e tornou-se o maior artilheiro estrangeiro da história do SFC; Excelente marca para um jogador que não faz parte da linha ofensiva; Agora são 27 gols, contra 26 do Copete e 20 do Soteldo;

Um homem ou um helicóptero?

Bruno Marques entrou no jogo e ganhou várias disputas pelo alto, perdeu uma chance clara de gol e melhorou o desempenho do ataque, foi bem, dentro do que é a sua principal característica;
O que mostra que o Diniz esbanjava incoerência ao, sequer, relacioná-lo para os jogos; Levando em conta que pode colocar 11 no banco de reserva e substituir 5 no jogo, não fazia sentido algum, um time que cruza dezenas de bolas por jogo, não ter o Bruno à disposição;

O “monstro” da partida

Consideramos o Madson o cara do jogo, além do gol, finalizou bem em outra, e o cara ganha todas as bolas aéreas ofensivas;

O “errático” da partida

Desta vez, Pirani levou, infelizmente, fez um primeiro tempo muito abaixo e foi substituído no intervalo;

Alguns Números:

Posse de bola: 80% SFC x 20% ACG
Finalizações: 25 / 8
Escanteios: 11 / 1

FICHA TÉCNICA

SANTOS 4 x 0 JUAZEIRENSE

Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 28/6/21 – Horário: 19h15 (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes: Michael Correia e Luiz Claudio Regazone (RJ)
Cartões amarelos: Santos: Marinho e Jean Mota.Juazeirense: Daniel Nazaré e Toni

GOLS
Santos: Madson, Lucas Braga e Marcos Leonardo, aos 26, 39 e 46 minutos do 2TSANTOS: João Paulo, Madson, Luiz Felipe, Kaiky e Felipe Jonatan; Jean Mota, Carlos Sánchez e Gabriel Pirani (Bruno Marques); Marinho (Marcos Leonardo), Marcos Guilherme e Lucas Braga
Técnico: Fernando Diniz

JUAZEIRENSE: Rodrigo Calaça, Guilherme Lucena (Carlinhos), Jamerson, Wendell e Daniel Nazaré; Waguinho, Sapé e Patrik; Kesley (Nino), Junior Timbó (Ian) e Toni Galego (Waldir)
Técnico: Carlos Rabello


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Salve Nação Santista!

Mais um vez, o SFC tropeçou diante de um adversário de menor qualidade técnica, em plena Vila Belmiro, cenário já visto contra Juventude e Sport, mas, desta vez, o placar foi pior, pois perdemos, no entanto, diferente das ocasiões anteriores, desta vez, o time produziu e muito;

Um duro golpe!

Enquanto o time controlava o jogo, com mais posse de bola, o homem de referência do dragão saiu da área, abrindo um corredor para a penetração de um homem de meio campo, e o que aconteceu? O Tal homem de referência, Zé Roberto lançou no corredor que ele mesmo abriu, o meio do SFC não acompanhou, Luis Felipe não conseguiu cortar e Baralhas saiu de frente com João Paulo, que diga-se de passagem, não foi feliz, e acabou cometendo um pênalti que poderia, talvez, ter evitado, mas longe de ser responsável por mais um vacilo do sistema defensivo; Zé Roberto cobrou bem e marcou para o Dragão;

Massacre, mas nos nossos nervos!

O que vimos na sequência do primeiro tempo, foi apenas um time em campo, o SFC foi pra cima, e mesmo com os velhos problemas de sempre, os famosos cruzamentos, acabou criando chances no abafa, sendo o ápice um belo chute do Felipe Jonatan no travessão, após jogada do Marinho. Fora esse lance, o “quase” aconteceu em algumas oportunidades;

Variação tática

No segundo tempo, Diniz, de forma ousada, sacou Luis Felipe e colocou Lucas Braga, ficando Jean Mota e Camacho revezando a função na zaga; O time, mais ofensivo, seguiu criando chances, mas com Kaio Jorge, Marcos Guilherme e Lucas Braga perdendo todas; Eis que fizemos o nosso gol, após belo chute de Marinho na trave, a bola sobrou para Sanchez empurrar pra rede, pena que o uruguaio estava impedido;

Cansaço

No último terço do segundo tempo, o time cansou, o treinador rival colocou homens para puxar contra ataques, e terminamos o jogo mais próximo de sofrer gols do que fazer, sendo o João Paulo fundamental nessa fase do jogo, fora uma bola que ainda relou o travessão do SFC;

Triste realidade

Criamos como nunca e perdemos pontos como sempre

Time pêndulo

É impressionante a quantidade de cruzamentos para a área que produz o SFC, a impressão que fica, é temos na área o Dadá Maravilha e o Chulapa, mas só que não!
Seguimos com muita dificuldade de produzir pelo meio campo;

Alguns números:

Posse de bola: 74% SFC x 26% ACG
Finalizações: 29 / 7
Escanteios: 15 / 2

Preocupação

Temos 16 pontos no momento
15 pontos atrás do líder
06 pontos a frente do Z4
Performance irregular

Preocupa e muito a irregularidade do time e a proximidade com o Z4;
No Paulista, nós alertamos aqui no BSS, o risco de brigar na parte de baixo, ainda no meio do campeonato;
Precisamos de reforços, sendo pelo menos, um jogador de meio/ataque para ser titular, pois vamos perder o Kaio Jorge em agosto;
Nossos meninos ainda não estão prontos, mesmo Kaike e Pirani que jogam com mais frequência, ainda não tem regularidade; Sabemos que a situação é complicada em termos financeiros, mas o futebol ainda precisa de atenção, e esperamos com isso;

FICHA TÉCNICA

SANTOS 0 x 1 ATLÉTICO-GO

Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 25/07/21 – Horário: 18h15 horas
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Assistentes: Jorge Eduardo Bernardi (RS) e Jose Eduardo Calza (RS)
Cartões amarelos: Santos: Marinho. Atlético-GO: Zé Roberto e Fernando Miguel

GOL:
Atlético-GO: Zé Roberto, aos 19 minutos do 1TSANTOS: João Paulo, Madson (Ângelo), Luiz Felipe (Lucas Braga), Kaiky e Felipe Jonatan (Marcos Leonardo); Camacho, Jean Mota e Carlos Sánchez (Gabriel Pirani); Marinho, Marcos Guilherme e Kaio Jorge
Técnico: Fernando Diniz

ATLÉTICO-GO: Fernando Miguel; Dudu, Wanderson, Oliveira e Natanael; André Lima, Baralhas (Arthur Gomes) e Marlon Freitas; Janderson (Toró), Ronald (Arnaldo) e Zé Roberto (André Luís)
Técnico: Eduardo Barroca

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