No duelo dos dois melhores times do campeonato, só um deles entrou em campo. O Santos de Sampaoli amassou o Flamengo de Jesus e carimbou a faixa de campeão do rival, botando um ponto final numa invencibilidade de 28 jogos. Com Sánchez em alto nível e Soteldo endiabrado, os donos da casa levantaram a torcida na Vila Belmiro na tarde deste domingo: 4 a 0, com gols do uruguaio (duas vezes), Marinho e Sasha e vice do Brasileirão garantido. A expectativa era de um grande jogo, mas, em campo, foi ataque contra defesa. O time de Sampaoli construiu o resultado com facilidade ainda no 1º tempo, fez 2 a 0 e só não saiu para o intervalo com uma vantagem ainda maior por causa de Diego Alves. O Flamengo, pressionado durante os 45 minutos, criou duas chances no início, mas foi engolido em campo pela intensidade dos donos da casa. Nem mesmo a conversa de Jesus no vestiário mexeu com o time. Sem Bruno Henrique, substituído, e com trio Arrascaeta, Everton Ribeiro e Gabigol apagadíssimo, o Santos aproveitou fragilidade de Rodinei, forçou o jogo com Soteldo e aumentou a vantagem com Sasha, de cabeça, e Sanchez, livre na grande área para definir o placar. A trave ainda ajudou o Flamengo, em bolas do venezuelano e de Jorge já no fim. O Santos sobrou em campo. Mas o reencontro de Gabigol com os torcedores do ex-clube na Vila Belmiro foi prato cheio para provocações.O atacante do Flamengo provocou mostrando a tatuagem na coxa das taças do Brasileiro e Libertadores.A resposta veio no “olé” das arquibancadas e nas redes sociais do clube, com as plaquinhas nos gols de Sánchez, Marinho e Sasha em alusão ao modo como Gabriel comemora os gols.O Flamengo não sabia o que era perder há 28 jogos – desde o 3 a 0 para o Bahia, em Salvador, no dia 4 de agosto. A última rodada reservou a pior derrota do time de Jorge Jesus no Campeonato Brasileiro.
“FICA,
SAMPAOLI”
A permanência de Sampaoli no comando do Santos é, até aqui, uma
incógnita. Mas o argentino encerrou o Brasileirão deixando uma impressão das
melhores para o torcedor. O reflexo veio da arquibancada: aos gritos de
“fica, Sampaoli”, os torcedores reverenciaram o treinador e
aplaudiram a exibição da equipe.
O Peixe desperdiçou a oportunidade de confirmar o
segundo lugar do Brasileirão, mas ainda poderá garanti-lo nesta rodada se o
Palmeiras perder para o Goiás, quinta-feira, em Campinas. O time tem 71 pontos,
três a mais do que o rival paulista. Na rodada final, os santistas recebem o
Flamengo, domingo, às 16h, na Vila Belmiro.
Primeiro Tempo
Athletico
e Santos fizeram um primeiro tempo equilibrado, mas de poucas chances claras de
gol. Os donos da casa tentaram roubar a bola perto da área dos visitantes com
pressão na saída, mas sem muita efetividade. Sampaoli escalou o Santos sem centroavante,
com Sasha no banco, mas mudou de ideia ainda no primeiro tempo, quando colocou
o artilheiro em campo – a equipe melhorou e indicou um caminho para a etapa
final.
Segundo Tempo
O
Athletico ficou em vantagem logo no primeiro minuto. Após cruzamento da direita
de Rony, Marco Ruben subiu bonito de cabeça para desviar no canto esquerdo de
Everson. O Santos teve dificuldade para responder. Só Marinho, aos cinco, levou
algum perigo em cabeceio que passou próximo ao gol. Para piorar, Luan Peres foi
expulso ao receber o segundo cartão amarelo por falta em Rony. Sampaoli ainda
colocou Carlos Sánchez nos minutos finais, mas não foi o suficiente para chegar
ao empate diante de um rival bem posicionado na defesa.
O
Santos foi dono absoluto do jogo e venceu a Chapecoense com facilidade na noite
deste domingo, na Vila Belmiro, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro. O
placar de 2 a 0 ficou na medida para um time que conquistou a vantagem e depois
só administrou o placar. Os gols foram marcados no começo das duas etapas:
Lucas Veríssimo na primeira, Evandro na segunda. Com a vitória, o Santos
sobe para 71 pontos e se isola na segunda colocação, três à frente do Palmeiras.
Jorge Sampaoli, suspenso, não teve como comandar o time na beira do campo. Foi
substituído pelo auxiliar Jorge Desio e assistiu ao jogo de um camarote.
O Santos FC volta a campo na próxima visitando o Athletico-PR às 19h.
Primeiro Tempo
O
Santos teve amplo domínio do primeiro tempo. Quando não pressinou a
Chapecoense, teve o jogo sob controle. A intensidade foi maior nos primeiros
minutos, quando Lucas Veríssimo, após cruzamento de Evandro na esquerda, abriu
o placar de cabeça. Depois, Marinho e Sánchez poderiam ter ampliado. A Chape,
aos poucos, se soltou um pouco mais, aproveitando queda de ritmo do Santos. A
melhor chance foi com Camilo, em cobrança de escanteio que quase resultou em
gol olímpico.
Segundo Tempo
O
começo do segundo tempo foi muito parecido com o do primeiro: Santos com a
bola, Santos pressionando, Santos fazendo gol. Na etapa final, foi com Evandro,
que aproveitou chute forte de Marinho, cruzado, após passe de Sánchez
(onipresente em campo). Mais uma vez, a Chape não teve forças para reagir, e o
Santos manteve total controle do jogo, alcançando 70% de posse. Porém, deixou
de criar chances claras, o que tornou o jogo monótono até o apito final.
O Fortaleza venceu o Santos pela primeira vez na história e mesmo assim, o Santos continua com 68 pontos, ainda na vice-liderança, graças à derrota do Palmeiras para o Fluminense, por isso o título desse post (“Sorte até na Derrota”).
Em jogo emocionante na noite desta quinta-feira, no Castelão, o time cearense fez 2 a 1 no Peixe, com gols de Edinho e Osvaldo – a equipe paulista diminuiu com Sánchez. O uruguaio ainda teve a chance de empatar, mas desperdiçou cobrança de pênalti. Agora, o retrospecto histórico do confronto tem 17 jogos, com uma vitória do Fortaleza, oito do Santos e oito empates. O Santos volta a jogar no domingo, às 19h, quando recebe a Chapecoense, na Vila Belmiro.
Primeiro Tempo
O
Santos teve uma incrível chance de abrir o placar logo no primeiro minuto de
jogo. O goleiro Felipe Alves se atrapalhou ao receber recuo e deu a bola de
presente para Sasha. No rebote, Sánchez, com o gol aberto, mandou por cima do
travessão. O uruguaio teve mais uma oportunidade no primeiro tempo, mas parou
no goleiro. O Fortaleza, depois dessa pressão, acordou em campo e criou duas
boas chances. A primeira com Romarinho, que obrigou Everson a boa defesa. E
segunda com Osvaldo, após cruzamento de Edinho desviado pela zaga do Santos. Na
reta final do primeiro tempo, o Santos teve mais um lance importante: uma
cabeçada de Luan Peres, defendida por Felipe Alves. Na sobra, Sasha, impedido,
parou no goleiro.
Segundo Tempo
Logo no começo da etapa final, o jogou mudou de panorama. Aos quatro minutos, Edinho, em cobrança perfeita, abriu o placar para o Fortaleza em lindo gol de falta. Aos oito minutos, o Santos teve um “quase pênalti”. Sánchez caiu após disputa com Bruno Melo. O árbitro chegou a marcar a penalidade, mas voltou atrás após ser avisado que o uruguaio estava impedido. O Peixe continuou em cima do rival, mas Derlis perdeu ótima oportunidade aos 12, com o gol vazio. O Fortaleza não fez o mesmo quando teve chance. Aos 19, Osvaldo aproveitou cruzamento de Romarinho e ampliou. Dessa vez, o Santos reagiu rápido, com gol de cabeça de Sánchez, aos 23. Só que o meia perdeu a grande chance do empate, em cobrança de pênalti. Ele bateu na trave e, no rebote, parou em Felipe Alves.
Fonte: globoesporte.com
Conclusões do jogo:
Primeiro gol do Fortaleza: Frango do simpático Everson; Luis Felipe: Cheira fracasso, no segundo gol rebateu a bola como um poste, assim como o Aguilar, com eles em campo, coisas ruins acontecem. Jogo dos 3 erros: Esse foi o nosso treinador tentando corrigir a trágica escalação inicial nas alterações, mudou, mudou, para terminar da forma como deveria ter começado; Orelha de burro: Pode entregar pro Soteldo, que burrice chutar a bola contra a torcida Perna da pau: O gol que o Dérliz perdeu, finalizou como um taco de basebol; Pará: Voltando a ser Pará, joguinho caranguejo, só tocando de lado; O melhor jogador deste trimestre: Que falta fez o Marinho. GH: Para quem ainda acha que ele não vai fazer falta, basta olhar para Aguilar, Luis Felipe e Luan Peres;
Mais do mesmo: Sampaoli teve uma recaída e escalou 3 zagueiros e apenas um lateral, a escalação que nunca deu certo, mais uma vez, não deu, onde será que está a dúvida? Mais do mesmo 2: Sempre que o SFC tem uma vitória cristalina e incontestável, o mestre muda o time e o esquema para o próximo jogo, vencemos muito bem a Raposa por 4×1, logo, tava na cara que neste jogo teríamos alguma “lambança”. Complexo de bruxa: Espelho espelho meu, existe um ser mais inteligente que eu? Este é Sampaoli em frente ao espelho após uma grande vitória…
Com base na novidade ocorrida no início do mês de novembro (exaustivamente divulgada pela imprensa), a respeito da tentativa frustrada do vice-presidente de assumir a gestão do clube, gostaríamos de concentrar o debate da vez “nos fins” em vez de continuar discutindo “os meios”.
Vejam que o vice-presidente, aparentemente, não queria somente a satisfação pessoal de usar o gabinete da presidência. Ele queria, de fato, fazer algo pois tentou alterar provisoriamente a composição do comitê gestor visando por “a mão na massa”.
Observem que mesmo o presidente tendo obtido uma medida cautelar suspensiva, o vice ainda insiste em ter acesso a documentos do clube.
Agora: nos causa estranheza essa resistência em fornecer documentos a alguém que foi eleito no último pleito.
Quem não tem nada a esconder, não teme fornecer informações àquele que ocupa um dos cargos mais importantes do clube, eleito democraticamente.
Pela enésima vez, o Sr. Orlando Rollo não foi derrotado. Ele foi um dos eleitos na última eleição, tendo em vista que era um dos componentes da chapa “Somos Todos Santos”.
Aqueles que acreditarem que se trata de golpe de alguém que perdeu a eleição, sugerimos assistir à coletiva de imprensa de 10/12/2017.
Além da coletiva que ajuda e esclarecer algumas insinuações que distorcem a realidade, vejam vocês qual era um dos compromissos assumidos pelos gestores:
Por tudo isso, esperamos pela tal transparência amplamente prometida pelos senhores que aí estão, e deixamos algumas questões a serem devidamente esclarecidas:
1- Quais documentos eram esses que o vice-presidente queria ver e foi impedido?
2- Por que não entregaram os tais documentos, tendo em vista que a portaria feita pelo presidente foi considerada nula, e portanto, o vice poderia exercer normalmente as atribuições de seu cargo, tendo acesso aos tais documentos?
3- Por qual motivo algumas áreas administrativas do clube tiveram o expediente suspenso logo no dia seguinte ao ocorrido na Vila Belmiro?
4- Qual o problema em mostrar os tais documentos pedidos, se já existe requerimentos feitos pelos conselheiros há mais de 8 meses?
5- Há algo que não sabemos nesses documentos?
6- Onde está a transparência pregada aos quatro cantos durante a campanha?
Essas e outras situações trazem uma certa insegurança e dúvidas, a respeito do que ocorre de fato em nosso querido Santos Futebol Clube.
Jorge
Sampaoli diz ainda não saber se ficará no Santos em 2020, mas recebeu neste
sábado um bom argumento para continuar no cargo. De virada, o Peixe goleou o
Cruzeiro por 4 a 1, na Vila Belmiro, assumiu a vice-liderança do Campeonato
Brasileiro e ainda garantiu a classificação direta para a fase de grupos da
Copa Libertadores.
Santos sobe para segundo
O
Santos chegou aos mesmos 68 pontos do Palmeiras, mas com vantagem no número de
vitórias (20 a 19) – o rival recebe o Grêmio, neste domingo, na arena. A
vitória sobre o Cruzeiro sacramenta também a classificação do Peixe para os
grupos da Libertadores 2020. Com o título do Flamengo neste sábado, o G-4 se
transformou em G-5. Na próxima quinta-feira, os santistas visitam o Fortaleza,
às 20h, no Castelão.
Homenagem ao Rei
Os
50 anos do milésimo gol de Pelé, completados no último dia 19 de novembro,
foram lembrados pelo Santos antes da partida. Edinho, filho do Rei, repetiu no
gramado da Vila Belmiro a foto tirada por Pelé após atingir a histórica marca.
Santos na campanha contra o
câncer
O
Santos trocou o preto pelo azul na numeração das camisas de seus jogadores
neste sábado. A cor é uma referência ao Novembro Azul, movimento mundial que
reforça a importância da prevenção do câncer de próstata. A camisa do Peixe
também recebeu um laço na mesma cor logo abaixo do símbolo do clube.
Primeiro Tempo
Como
de costume, o Santos colocou muita velocidade no início do jogo e pressionou o
Cruzeiro. Marinho apareceu bem pelo lado direito. Sasha parou em boa defesa de
Fábio. Mas foi o Cruzeiro quem abriu o placar, aos 13. Orejuela fez boa jogada
pela direita e, de pé esquerdo, bateu sem chances para Everson. O Peixe
continuou perigoso na frente e chegou ao empate aos 22. Evandro recebeu de
Sánchez e ajeitou para Sasha deixar tudo igual. Sánchez perdeu a chance de
virar pouco depois ao bater para fora cara a cara. Marinho acertou a trave após
arrancada pela direita que deixou Egídio para trás. A Raposa só respondeu aos
37, em cobrança de falta de Thiago Neves que Ederson espalmou. Gustavo Henrique
marcou nos acréscimos, mas estava em impedimento bem assinalado pela
arbitragem.
Segundo Tempo
O
Santos continuou melhor. Cacá, aos oito, tirou na pequena antes da finalização
de Sánchez. Em seguida, Soteldo bateu por cima e perdeu boa chance. A virada
saiu aos 14. Marinho arrancou pela direita, cortou para o meio e bateu bonito
no canto, sem chances para Fábio. O Peixe poderia ter aumentado pouco depois, mas
o cabeceio de Evandro passou perto. Orejuela respondeu com boa jogada e um
chute perigoso por cima. Os paulistas decidiram o jogo aos 19, em cruzamento de
Sánchez que passou por Sasha e sobrou para Soteldo concluir. Os cruzeirenses
tentaram reagir, mas criaram muito pouco. E ainda sofreram o quarto, aos 44.
Fábio deu rebote em falta de Sánchez, Evandro cruzou, e Diego Pituca só
completou.
Nas últimas manifestações do treinador Sampaoli, foi possível constatar o que o Blog Soul Santista antecipou em nosso Post de 05/11/2019 sobre o que separa a continuidade ou rompimento com o SFC. Não se trata de adivinhação ou premonição, mas sim da constatação do estudo feito pelo Blog para elaboração do referido texto.
Sampaoli, hoje se vê dentro de um enorme caleidoscópio, onde todos os lados refletem insegurança, traição e incompetência, numa projeção de imagens iguais, infindáveis e de difícil solução, um cenário equivalente a um labirinto que em sua única saída indique o caminho do fracasso.
Em suas duas últimas entrevistas, ficou claro que a aceitação do torcedor, o amor pela cidade, a paixão pela praia ou até a sua multa contratual não prenderão um profissional de alto nível em um ambiente onde ele não enxergue o caminho do êxito. Sampaoli é do tipo, que é fanático pela vitória e quem caminha em paralelo com ele deve pensar da mesma forma, caso contrário, o ambiente será conturbado e sinuoso.
Para resumir a coisa, o clube e seu torcedor precisam entender que a manutenção do Sampaoli passa por um projeto vencedor, com perspectivas de reforços e manutenção da sua espinha dorsal. Ele já conhece o clube e seus dirigentes, a fase de ser enrolado e viver mergulhado em promessas ficou em 2019, para a próxima temporada ele saberá interpretar as entrelinhas do projeto 2020.
A lição que o clube deve tirar da Era Sampaoli é o profissionalismo, trabalho, perseverança e ambição por vencer, esse é o legado, principalmente, para um clube que passou a última meia década jogando com a medalha do fracasso no peito de seu elenco, com gestões conformadas com vagas em libertadores, etc. Esse é o legado, devemos tratar essa “Era” como um divisor de águas, e seja qual for o treinador em 2020, não podemos mais admitir um time que passa 2 turnos do Campeonato Brasileiro com apenas uma vitória fora de casa, como em temporada recente.
O Blog Soul Santista, por todo o contexto, acha muito pouco provável a permanência do treinador.
Abaixo: Replicamos o texto postado em 05/11/2019 – “Sampaoli continua em 2020?”
Recentemente assistimos a uma entrevista coletiva do técnico Jorge Sampaoli (após a partida contra o Bahia),com declarações bastante contundentes e que colocam em dúvida a permanência do técnico na próxima temporada.
Pelo que se pôde perceber, o Sampaoli não quer treinar times em reconstrução e com dificuldades financeiras. Ele quer trabalhar em equipes que efetivamente briguem por títulos.
Citou o time carioca na coletiva, no sentido de que é o exemplo do “ideal”.
Vejam que na última década, a maioria das equipes treinadas pelo Sampaoli são aquelas acostumadas a brigar por boas posições em seus campeonatos locais.
2010: Emelec (2º maior vencedor do Equador);
2011-2012: Universidade do Chile (2º maior vencedor do Chile);
2012-2016: Seleção do Chile;
2016-2017: Sevilla (Espanha. Tirando os 2 gigantes, é uma boa equipe);
2017-2018: Seleção Argentina;
2019: Santos
Pelo seu histórico profissional, ele é mais ou menos como um bom piloto de fórmula 1 que quer trabalhar somente em equipes de ponta, que briguem por títulos. Não quer trabalhar em uma “Tolleman”.
Pelo desempenho que o time vem apresentando (e apesar de uma certa teimosia), consideramos o Sampaoli um profissional de ponta, pois consegue levar este elenco mediano a uma terceira colocação em um campeonato com equipes bem mais estruturadas, e com maior poder de investimento.
Isto posto, chegamos à conclusão de que ele veio para o Santos, muito provavelmente, porque venderam a ele uma imagem “um pouco diferente” da realidade.
Até este momento, ele estava acostumado a entregar uma lista de “desejos” (reforços) para o clube trazer. Caso algum nome da lista fosse contratado e não desse certo, certamente outros tantos nomes supririam a frustração.
O problema é que o Santos é como um soldado na guerra com pouca munição. Cada disparo errado faz uma falta enorme.
Isso pode explicar os chiliques do diretor de futebol (sobre vender ilusão), e a fala do técnico sobre “enganar as pessoas e ilusão”.
Na referida entrevista coletiva, também sinalizou que se na próxima temporada for para ser igual a este ano, a coisa não terá muito futuro.
Diante disso, fica a percepção de que os boatos (do início do ano) no sentido de que ele poderia ter deixado o Santos logo nos primeiros meses de trabalho, pode não ter sido uma mera invenção da turma “do quanto pior melhor”.
Acreditamos que ele só não foi embora porque sua imagem ficaria arranhada, tendo em vista que ele já havia assumido o compromisso com o clube.
Teve de engolir trabalhar com jogadores medianos, tal qual um técnico principiante.
Para finalizar, há também a história da suposta retirada da multa contratual. Quando perguntado sobre isso, em vez de dizer que tudo era invenção ou mentira, invocou a confidencialidade contratual!?
Ante o exposto e pela sinalização sobre a próxima temporada (que será um período de dificuldades), o Santos deveria olhar o mercado a procura de um treinador motivado e que tenha perfil semelhante àquele do ex-técnico Leão.
Um disciplinador (para jogadores como Cueva e Diogo Vitor) e um técnico que saiba trabalhar com jovens.
Com um tempo dominado por cada time, Santos e São Paulo empataram por 1 a 1, neste sábado à tarde, na Vila Belmiro, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Peixe foi melhor na primeira etapa e abriu vantagem com Carlos Sánchez cobrando um pênalti infantil cometido por Arboleda em Evandro. O time do Morumbi melhorou na etapa final e chegou à igualdade com sua maior estrela, Daniel Alves.
O Santos
perde a chance de, pelo menos, dormir na vice-liderança do Brasileirão. O Peixe
tem agora 65 pontos, dois abaixo do Palmeiras. A vantagem para o Grêmio, quarto
neste momento, é de nove pontos, mas ainda poderá cair no complemento da rodada
(os gaúchos enfrentam o Flamengo, domingo, em Porto Alegre). No próximo jogo,
os santistas recebem o Cruzeiro, sábado, às 21h, novamente na Vila Belmiro.
Jorge e
Eduardo Sasha discutiram no fim do primeiro tempo. A confusão começou depois
que o lateral arriscou para fora um chute pelo lado esquerdo. Irritado por não
ter recebido o cruzamento, o atacante passou a gesticular no meio da área.
Jorge, então, foi cobrá-lo e chegou a colocar o dedo no rosto do companheiro.
Ação de Conscientização
O Santos e o
Observatório da Discriminação Racial no Futebol fizeram neste sábado uma ação
para mostrar que a desigualdade de raças ainda é bastante presente no Brasil.
Os números nas camisas do Peixe foram transformados em porcentagens que
exemplificam como a população negra ainda sofre no país seja em profissões,
formações superiores, salários e homicídios.
Primeiro
Tempo
O
Santos nem precisou fazer uma enorme pressão para ficar em vantagem no placar
logo aos sete minutos. Após saída errada de Jucilei, Arboleda cometeu um
pênalti infantil em Evandro na entrada da área. Sánchez converteu. O São Paulo
voltou a apresentar os mesmos problemas ofensivos (pouca criatividade, lentidão
e muitos erros de passes na frente…) e nada produziu. O Peixe quase ampliou
aos 37 em um golaço. Volpi saiu errado do gol e entregou a bola nos pés de
Sánchez. O uruguaio bateu por cobertura e por muito pouco não acertou o canto
direito. Evandro também teve boa oportunidade para aumentar, aos 42, mas chutou
por cima.
Segundo
Tempo
O
São Paulo voltou dos vestiários com Liziero no lugar de Jucilei para dar mais
qualidade à saída de bola. O time melhorou, mas a primeira chance foi do
Santos, aos sete. Em sobra na área, Volpi salvou com as pernas o chute de
Sasha. O empate saiu na sequência, aos nove. Daniel Alves aproveitou cruzamento
de Vitor Bueno e soltou a bomba na área. Pablo pouco depois teve duas boas
chances para marcar, mas não aproveitou. Marinho também desperdiçou do outro
lado. Sampaoli tentou melhorar o ataque santista com Tailson na vaga de
Evandro, mas não adiantou. Os são-paulinos chegaram a pedir pênalti, aos 36, em
chute de Arboleda que carimbou Victor Ferraz – o jogador estava com o braço
colado ao corpo. Everson ainda salvou o Santos, aos 42, em cabeceio de Igor
Gomes.
Há poucos dias foi divulgada informação dando conta que o Sr. Modesto, ex-presidente do Santos (2015-2017), foi expulso do quadro associativo do clube em virtude de infração ao art. 16 do estatuto, que versa sobre “causar dano ao patrimônio ou às dependências do Santos”.
Com esta decisão do último dia 05/11/2019, os conselheiros seguiram a recomendação da CIS (comissão de inquérito e sindicância).
A CIS havia indicado pela expulsão do ex-presidente, por causa da reprovação das contas de 2017 e também pela não comprovação da prestação de serviços da empresa quantum, que havia cobrado comissão pela suposta intermediação na transferência de Neymar ao PSG.
Basicamente, como funciona todo esse processo:
Todo presidente do clube deve prestar contas de sua gestão ao conselho deliberativo do clube;
Se o conselho encontra irregularidades ou algo em desacordo com o estatuto ou a Lei, essas contas são reprovadas, e o presidente tem a oportunidade de corrigir ou complementar sua prestação de contas;
Se após essa etapa, a coisa continua sem as devidas justificativas, inicia-se o processo interno no clube, através da CIS, com o objetivo de julgar e punir eventuais responsáveis.
Em resumo: a coisa não é “à base da canetada” (ou birra da oposição), mas algo que segue todo um procedimento (rito) previsto no estatuto, e até mesmo auditorias internas.
Vejam vocês que tivemos 2 presidentes punidos de forma consecutiva. O Sr. Modesto com a decisão do último dia 05, e seu antecessor, o Sr. Odílio, em decisão proferida no mês de abril de 2016.
No futebol, esse tipo de punição deveria ser algo bastante raro tendo em vista que o “atributo da probidade”, é requisito básico de toda administração que se sente preparada para dirigir um clube grande como o Santos FC.
E para fechar a coisa com chave de ouro, na última segunda-feira tivemos aquele triste episódio ocorrido na Vila Belmiro, causado por uma punição temporária em face do atual presidente do clube, no qual o vice-presidente tentava assumir a gestão temporária do clube, aparentemente, sem ter o respaldo jurídico para tanto.
Além de ter aparecido com uma comitiva de apoiadores, o vice-presidente declarou em uma coletiva improvisada na porta do estádio, que reassumiu suas funções a contragosto devido a uma imposição do conselho. Vimos também parte da imprensa esportiva dizendo que aqueles que perderam a última eleição não se conformam com a derrota, mas pelo que sabemos, o vice-presidente foi eleito junto com o presidente.
E já que o presidente se definia como “o mais preparado”, sendo aquele capaz de unir todos os grupos políticos, bem que ele poderia nos provar essa capacidade, se acertando com o vice que ele mesmo escolheu, não é?
No final, essa “jogada de mestre” do vice criou uma imagem de vitimização da gestão atual, e a partir de agora, se algo der errado será por culpa disso, e toda vez que se falar em gestão temerária ou irregularidades, dirão que é tentativa de golpe.
Voltando a falar do macro, via de regra, esse tipo de punição a dirigentes é sinônimo de prejuízo de milhões e milhões de reais ao clube.
Não à toa o Santos, apesar de ser um clube arrecada muito, está cada vez mais endividado e defasado.
Diante de todo esse cenário de desolação e falta de perspectivas o que nos resta?
Na nossa opinião, somente através da escolha de bons gestores: pessoas capacitadas e com experiência empresarial comprovada, é que o clube começará a dar sua virada, e exemplo de outros times, que até pouco tempo atrás figuravam como os maiores devedores do futebol brasileiro e hoje “surfam a onda do sucesso”.
Mas por enquanto, pelo andar da coisa, poderemos ter o nosso “bad hat-trick” ou “tripleta do mal” com a punição do terceiro dirigente em sequência. Talvez a CIS possa pedir música ao Fantástico ou então a Taça das Bolinhas na CBF.
Observem nos exemplos que temos no nosso futebol, quanto prejuízo um mau gestor pode causar em um clube de futebol. Não é brincadeira.
O Santos está cada vez mais perto de garantir, pelo menos, o terceiro lugar do Campeonato Brasileiro. Com uma atuação muito boa, o Peixe não deu chances ao Goiás mesmo no Serra Dourada e venceu por 3 a 0, neste sábado à tarde, em Goiânia. Brilhou a estrela do venezuelano Soteldo, autor de dois gols (o primeiro deles um golaço) e que ainda deu uma assistência para Marinho marcar.Com a vaga na Libertadores praticamente assegurada, o time de Jorge Sampaoli subiu para os 64 pontos, em terceiro, e ficou apenas três apenas atrás do Palmeiras. O Santos faz o clássico contra o São Paulo, no próximo sábado, às 17h, na Vila Belmiro.
Primeiro Tempo
O Santos foi para a cima,
dominou o jogo e poderia ter encerrado ter aberto uma ótima vantagem na etapa
inicial. Com velocidade e trocas rápidas de passes, o Peixe envolveu o Goiás
com facilidade e criou chances em sequência. Sánchez, Soteldo e Sasha quase
marcaram. Coube ao venezuelano, porém, a obra-prima da tarde, aos 26 minutos.
Ele aproveitou rebote na área e, de primeira, acertou um lindo chute no canto
direito, sem qualquer chance para Tadeu. O Goiás nada fez. Nem mesmo Michael,
jogador mais perigoso da equipe, encontrou espaços para jogar diante da boa
marcação santista.
Segundo Tempo
Sánchez, logo no primeiro minuto, perdeu a chance de encaminhar a vitória do Santos. O Goiás teve uma leve melhora, passou a incomodar mais e assustou. Aos nove, Rafael Vaz cobrou falta com muita força e exigiu boa defesa de Everson. O Santos acabou com qualquer reação rival aos 14 minutos. Marinho recebeu de Soteldo e aumentou a vantagem. E o baixinho venezuelano queria mais: aos 27, ele marcou o terceiro do Santos após ótima jogada de Marinho. O dia não era do Goiás. Aos 38, Barcia perdeu na pequena área uma chance incrível de descontar.