O Santos estreou e venceu.
Fez uma grande exibição? Não, longe disso. Com apenas nove dias desde a reapresentação e forte calor, o time sentiu muito fisicamente. É natural e compreensível. Diante das circunstâncias, não dá para cobrar muito mais do que isso.
O que, porém, não impede de se ressaltar alguns aspectos, assim como os principais problemas a corrigir. O time deveu taticamente, especialmente por más escolhas de Vojvoda como Escobar, que só defende e chama o adversário para cima, e os limitadíssimos Caballero e Lautaro Díaz. Além disso, viu-se pouca compactação, dois volantes veteranos e lentos, ainda mais em início de temporada, e com 60 metros de campo para cobrirem. E eles claramente não conseguem, comprometendo também o bloqueio da entrada da área e a cobertura dos laterais.
Por outro lado, a presença de Gabigol faz muita diferença no aspecto técnico. E ele carece de jogadores para dialogar. Teve Rollheiser, que foi bem no 1o tempo, apesar de Vojvoda tentar encaixotá-lo na direita e obrigá-lo a acompanhar o lateral, deu a assistência do 1o gol, mas cansou. Robinho Jr entrou e foi discreto. Mateus Xavier deu sinais de que será útil. Com Neymar e Barreal, a tendência é melhorar, e muito. Thaciano entrou e mostrou que segue em evolução. Encontrou uma posição com Vojvoda e parece que se livrou do peso de uma negociação absurda pelos valores que lhe pôs um “caminhão nas costas”. Ao entrar ele foi o centroavante, mandou uma bola na trave e marcou o gol da vitória, e Gabigol virou um dublê de meia e segundo atacante. Foi interessante.
É preciso, no entanto, dar mais volume de jogo pela esquerda e dispor ao menos um volante mais rápido. A defesa careceu de cobertura e os zagueiros ficaram expostos. Adonis Frías foi o que mais comprometeu e não se entendeu com Igor Vinícius, que, no entanto, superou o momento do gol sofrido e fez uma boa partida, inclusive executando uma grande jogada no gol de Thaciano. Já Escobar deu espaço na marcação, errou passes que possibilitaram contra-ataques ao adversário e foi nulo no ataque. Não gosto do uso dele como um 3o volante e acredito que Vinícius Lira em breve tomará a posição. Gustavo Henrique entrou no lugar de Schmidt, mostrou mais dinâmica, porém também exibiu as limitações vistas na base. Creio não ser a solução. A conferir.
Na quarta haverá um clássico fora de casa conta o Palmeiras em Barueri e a exigência será bem mais alta. A cobrança, mais do que por resultado, tem de ser por evolução. Serão 4 competições simultâneas e agora é o momento de ajustes e ver com quem se pode contar. Esse tem de ser o espírito, embora não se possa deixar a necessidade de resultados de lado, pois o
Por Henrique Farinha
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